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Os filhos da vaca são os vitelos. Tu és filho de quem?


Tenho dois tipos de amigos.

Aqueles que sabem perfeitamente de que este anuncio se trata.
E aqueles que ficam meio escandalizados/incrédulos quando lhes tento explicar que isto é mesmo verdade.




Por vezes passo por "treslocada-das-coisas-naturais" ou "esta-deve-deve-ser-de-esquerda" ou mesmo por "revolucionária-revoltada".



Qualquer das maneiras, ou porque sou muito entusiasta no que digo ou porque tenho tanta informação que não sei por onde começar, meto as mãos pelos pés. Mas principalmente porque estas pessoas não estão aptas para ouvir o que para elas deve ser uma bomba.


A verdade é que gostava que as pessoas estivessem a par de toda a informação e pudessem tomar decisões conscientes.



Quando a Alice postou fiquei muito contente com o achado.
Um gupo de pessoas juntas por um movimento social pela correcta informação. Sem partidos ou partes.


E mais fazem-no com um grande humor.








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Um momento.. (só nosso)


Deleitamos demoradamente aqui na penumbra da sensualidade. Lemos poemas de amor sob a luz da vela. Recordando-nos das "primeiras vezes".
Fomos ao cinema ver a
última sessão. Porque chegamos a tempo.
Sai com uma sensação angustiante. E a única coisa que desejava era poder dormir abraçada a ti..
(Há um par de anos atrás foste tu que abraçaste-me pela 1ª vez.)
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Keep moving..

foto de Marek Sawicki


Chegou a hora da decisão. E foi difícil.


Agora que já me estava a habituar à luz, às pessoas, ao clima, ao cheiro.


A ter os amigos por perto e os Pais a dois quarteirões.


À cultura a transbordar. À sua diversidade.


Ainda não sabemos ao que vamos. Mas já me enchi de saudades.


Logo agora que as minhas raízes começaram a beber deste solo.

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Olívia


2 meses.
Abandonada..

Está temporáriamente com a
Nice.
Precisa urgentemente de uma casa.
E de um cantinho no coração.
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Da minha cozinha


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:)








Ainda não anda e pouco fala mas já sobe para cima de coisas para alcançar níveis mais altos.


Não sei como aconteceu.. olhei para o lado e lá estava ela toda contente de cima do seu pódio.
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14 meses



Hoje foi um dia muito bom.
A O. fez 14 meses e a A. fez mais um aninho. (Parabéns A!)

E assim surgiu a desculpa para nos juntar celebrar o aniversário e meter a conversa em dia.
No fim ficou a vontade de tornar mais frequentes estes pequenos momentos valiosos.
O tempo passa a correr. Todos nos dizem e nós não acreditamos... até ver.
Ela ainda não anda sozinha. Agarra-se aos nossos indicadores e aí até corre.
Adora leite de arroz, de soja e nem por isso do de aveia. Mas o eleito continua a ser o materno. Do peixe nem vê-lo e leguminosas vai indo.
Tem muitos monólogos entusiasmantes. Ora berra e dá ordens. Ora abraça-se com carinho aos peluches.
Ri-se muito. Principalmente quando alguém lhe dá atenção. E isso requere-o de todos: conhecidos ou não.
De noite dorme no nosso meio. Agarra-me nas mão e fica ali a massajar até adormeçer.
Já não consigo adormeçer sem ela do meu lado...




















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Uma cultura de fumo a cair por terra..


A placa azul baloiçava pendente em duas correias. Determinava o espaço restricto de um bar. Para o fumadores uma parte do varandim que se situa acima do palco. Estreito e iluminado por focos ambiente.

Eu não fumo. Não fumamos. E talvez por isso nos passe um bocado ao lado esta lei. A não ser que nos incomode.

Estavamos a assistir a um concerto do varandim. E no meio disto o segurança aborda-nos pronto a empurra-nos para debaixo da placa, justificando-se simpáticamente, que temos de estar para trás da placa... mas nós não fumamos. E logo ali nos pediu desculpa.

Os outros. Os outros foram empurrados para um corredor. Tal manada tresmalhada.

Tudo a fumar.

Em jeito de pecadores..

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Flusch it!


Se todas as casas de banho fossem assim...
Quem se atreve a identificar este autocolismo?
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EBONY BONES! - Don't Fart On My Heart


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Quem corre por gosto não cansa...


..mas para quem corre contrariado cansa muito.
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Finalmente a agenda..


Nunca me sinto satisfeita e por vezes demoro tanto a escolher que quase que passo meio ano sem agenda.
(Lembra-me logo daquele anuncio cantarolado em desenhos animados: "A minha agenda! A minha agenda!".)
Mas desta vez não posso desleixar-me e andar sem agenda.
Saí decidida a gastar pouco por algo práctico.
No fim gastei mais do que queria e trouxe aquilo que pensei nunca trazer: um moleskine!


E ainda fiquei contente.
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Foi...

(a dormir onde podia: piolho)

Foi uma semana sem horários, sem deveres nem obrigações.

Deixamos Lisboa para trás e rumamos em direcção à Invicta.

As saudades apertavam e adivinhava-se uma escassez de tempo para matar tanta saudade.

Não soube a férias. Foi tudo muito rápido. Tudo com medo de não se conseguir aproveitar. Que nem tive tempo para tirar a maquina fotográfica e registar a viagem.

Não houve tempo para passar na "nossa" Gelataria Sincelo. Ou calor que apetecesse refrescar. Mas a surpresa foi poder estar em tantos outros sítios familiares sem a habitual neblina tabagista. E com ela.


Soube a pouco. A muito pouco. Mas soube muito bem.