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M & L


Ficas assim pequenino quando me vês sair.Seguras o teu coração trémulo numa das mãos com medo deste cair.Na outra aconchegas a nossa pequenina. Olhas para mim como se eu não fosse voltar e enches os olhos de saudades mesmo antes de eu partir.


Eu e tu.

Nós somos ela.

..nela nunca poderemos-nos separar.



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Porto


Espalhei milhares de passos na cidade e mais outros tantos mais uma e outra vez


Respirei muito fundo e tentei fugir para longe.
volto sempre de coração na mão para voltar a pô.lo no lugar.


Volta sempre a cair.


Paro um minuto para pensar na madrugada e outro ao entardecer
esta luz que me acalma é a luz que me revolve por dentro.


Amacia o turpor
acalenta a minha besta no silêncio


..ainda sinto o formigueiro a borbulhar no mais profundo do meu ser


guardo.te nesse lugar e revejo.te sempre que passo por lá..
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Welcome...


Vamos ver o que sai daqui... devagarinho.
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Bloguice?


Os blogues sempre me souberam a peganhento.
Sem saber muito bem porquê a necessidade de criar um blog tornou-se irritante. Talvez porque depois de ter deixado o ninho também deixei os luxos (internet, tv por cabo, água quente sem fim(...), gás canalizado, enfim, uma colecção de confortos ..que já me estão a fazer divagar para outros assuntos!) e apesar de ter comprado um cpu que, mais tarde devido a certas circunstâncias foi vendido, perdi o contacto com a mundo cybernético assim como com o mundo informático.
Agora que instalei-me definitivamente no nosso ninho (ainda por nidíficar) com o M. e a nossa O. o caso mudou de figura. Fui eu quem trouxe as armas e bagagens cá para casa mas o M. foi quem trouxe o computador.. e mais tarde um portátil.
Desde aí que eu mergulho no fantástico mundo dos blogs - todos têm 1! E é claro que as perguntas insistentes surgem: "é para quando esse blog?"
Entretanto apercebi-me de uma realidade que me suscitou bastante curiosidade. O facto de haver blogs tipo "lojas-virtuais-de-coisas-feitas-pelos-autores" e foi o culminar de uma ideia latente que misturava arte com negócio sem ter que sair de casa nem ter que pagar uma renda...perfeito!
Já estou um bocado enferrujado na minha arte mas sinto um formigueiro do cérebro para a mão e da mão vai passar certamente, aos poucos, para a nossa frente
Resta-me saber se hei-se adquirir o à vontade informático para fazer dele o que quero e não o que ele quer de mim.

E pronto cá está ele!