Lisboa
sábado, 7 de abril de 2007 amigos, coisas da vida, LisboaMummis
quinta-feira, 5 de abril de 2007 amigos, coisas de mãeOverdose de chocolate
terça-feira, 3 de abril de 2007 culináriaMoranguitos com sabor a comprimido
quarta-feira, 28 de março de 2007 culináriaPostcrossing
sexta-feira, 16 de março de 2007 estóriasRitual que começa a ser esquecido com as novas tecnologias. É muito mais fácil, rápido e cómodo enviar e-mails. Não sou nada contra estas novas tecnologias que nos poupam muito tempo e deslocações.
Por outro lado as cartas transportam um pouco de nós..
.. o caminho que percorreu, o selo carimbado, o cheiro do papel, a tinta cravada que nos contava uma história de alguém que quis partilhar connosco. Algo que ficaria documentado para sempre.
Tinhamos uma particularidade entre nós: decoravamos o envelope e ou a carta ao nosso gosto e imaginação e todas as cartas eram diferentes dependendo do seu conteúdo e do nosso humor da altura.
Miminhos enviados por correio :)
Entretanto esse hábito foi-se perdendo no tempo...
Há uns dias andava a passear na net e tropeçei num conceito interessante de um português chamado Paulo Magalhães de Braga que teve esta excelente ideia de reinventar o correio na sua forma mais anónima possivel: mandas um postal a alguém de quem só sabes a morada e pouco mais (apenas aquilo que ela quiser) e por esse postal recebes um outro de outro alguém que também não conheçes. E assim sucessivamente formando um ciclo... mas isto torna-se mais interessante quando difundido pelo mundo inteiro. Os postais vêm de todo o lado. É o sistema que escolhe ao acaso a quem vais escrever e quem te escreverá.
Cultura a rodar por todo o mundo. Via ctt. Com selos, tinta, carimbos e o cunho de diferentes pessoas de diferentes partes do mundo.
E estes já vão a caminho do seu destino e ainda nem partiram e já tou ansiosa do que vou encontrar na minha caixa de correio.
M & L
sexta-feira, 9 de março de 2007 ela, eu, tuPorto
domingo, 4 de março de 2007 eu, memórias, PortoBloguice?
Blog
Agora que instalei-me definitivamente no nosso ninho (ainda por nidíficar) com o M. e a nossa O. o caso mudou de figura. Fui eu quem trouxe as armas e bagagens cá para casa mas o M. foi quem trouxe o computador.. e mais tarde um portátil.
Desde aí que eu mergulho no fantástico mundo dos blogs - todos têm 1! E é claro que as perguntas insistentes surgem: "é para quando esse blog?"
Entretanto apercebi-me de uma realidade que me suscitou bastante curiosidade. O facto de haver blogs tipo "lojas-virtuais-de-coisas-feitas-pelos-autores" e foi o culminar de uma ideia latente que misturava arte com negócio sem ter que sair de casa nem ter que pagar uma renda...perfeito!
Já estou um bocado enferrujado na minha arte mas sinto um formigueiro do cérebro para a mão e da mão vai passar certamente, aos poucos, para a nossa frente
Resta-me saber se hei-se adquirir o à vontade informático para fazer dele o que quero e não o que ele quer de mim.

