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Mas com o tempo fui descobrindo o outro Porto. A luz mística, a gente atenciosa e calorosa, a muita criatividade e a sensação de se estar em família pela facilidade em conhecer pessoas e o apego que se gera entre elas.
Os meus primeiros 20 anos foram passados na terra da luz mas, como ser do ar que sou, que procura a liberdade acabei por apanhar boleia até ao Porto num curso.
7 anos mais tarde estou de volta para tentar a sorte. As primeiras impressões: cidade de luz que parece não chover, pessoas multiraciais, variedade de estilos e mentalidades, gentes desconfiadas e mal encaradas sempre num corre corre, muitos meios de transportes e alternativas ao carro, mais cultura e mais qualidade, comida mais cara e mais escassa..
Será que também vou descobrir uma outra Lisboa? A que nunca cheguei a conheçer?
É peculiar como não me sinto parte integrante desta Lisboa que deixei para trás.. cresceu sem mim e eu sem ela.
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Foi tudo decidido à última da hora, em cima do joelho tanto que só levei um terço do meu guarda-roupa e esqueci-me do carregador da maquina fotográfica (consequentemente os posts não tem imagens de minha autoria) e muitos dos meus objectos de lazer/trabalho ficaram para trás em prol da necessidades da minha pequenina.
Apesar de já termos posto a hipótese de tamanha mudança só nos últimos dias é que da suposição se passou à realidade.
E aqui estamos!
Eu de volta à minha cidade. Ele pela primeira vez como trabalhador e morador na cidade das alfaces. Ainda a repensar esta queda de paraquedas numa cidade que já não reconheço como a minha casa. Para já não falar numa casa e rotina que também não é a nossa.
Tenho a sensação que entrei numa realidade alternativa... Tudo é diferente a minha realidade mudou.
Tanta mudança dá-nos um sentimento de insegurança. Deixar tanto para trás para poder receber o que vem para a frente gera um sentimento de saudade, de vázio. Nostalgia.
Já nada era como era.
Tudo mudou para ser diferente.
Mas só assim se dá espaço à evolução, a novas oportunidades. A novas realidades.
Sentimentos antagónicos que lido por estes dias.
Que paralisam por momentos.
A minha arma... adaptação.
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Fecho de velcro.
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Ora os babetes que tenho para ela são do mais simples que há mas também dos menos cor de rosa e no entanto continuam a defenir a O. e continuam a ser cor-de-rosa o suficiente para enjoar.
Não interessa o que lhe visto, a verdade é, que aquilo que se vê, é o babete, independentemente da roupa que está por baixo muito bem tapadinha pela enorme babete.
Também está provado que as cores fortes e contrastes estimulam o cérebro do bebé. Papeis de parede, padrões de tecidos e cores fortes são motivo de interesse da O. e de todos os bebés nestas idades. É a matemática dos bebés!
Neste seguimento dei início a este mini-projecto que ainda não acabei mas que está na recta final. E que brevemente estará aqui.
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Somos festivaleiros (isto soa tão mal).
Adoramos acampar no meio da música.
Este verão o primeiro verão com ela cá fora não sabemos bem onde ir. Com ela os cuidados são redobrados e o tempo escoa num instante. Assim tudo tem que ser planeado com a antecedência devida.
Pensamos em ir ao Andanças um dos festivais mais "soft" e com mais condições (para quem tem filhos) e que ainda não fomos (shame on meeee!!!)
Sim, eu sei, é um festival de danças. Mas é um festival. E de danças. E onde há dança também há música! E eu sou uma dançarina de pés descalços :)
Vamos lá ver se o orçamento nos permite a esta pequena extravagância..
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Agora esta menina bonita tem um blog dela com as suas criações e eu adoro ir lá espreitar as coisinhas da Amores de Tóquio.
Mais tarde ou mais cedo havia de ter que ter alguma coisinha dela. Foi quando eu vi este boné lindo e não lhe resisti.
Adoro a mistura de padrões (bolinhas e floral) que conjuga muito bem no modelo. O rosa velho e o ar de bonequinha que o chapeu tem. Mas acima de tudo a qualidade que é excepcionalmente boa para além de ser uma peça única.
Domingo
segunda-feira, 1 de outubro de 2007 amigosUm papel de parede muito azul e uns dragões em jeito divino.
Uma casa cheia de gente boa. Gente mais madura.
Interacção de realidades que em tempos foram só uma.
Gente que mais parece família.
Uma casa cheia de gente boa. Gente mais madura.
Interacção de realidades que em tempos foram só uma.
Gente que mais parece família.
Eu-blogue
terça-feira, 25 de setembro de 2007 fotografia, inspiração
Aceitei o desafio.Não propriamente da pessoa que teve a ideia. Mas de uma pessoa que costuma ter muito boas ideias e bons resultados.
Achei uma forma criativa de comunicar.
Os pequenos detalhes dizem tudo.
10 meses
sábado, 22 de setembro de 2007 coisas de mãe, ela8 dentes contados e assinalados continua as suas investidas em mãos, ombros e queixos (é o que apanhar mais a jeito). Começa a ser perigoso meter o que quer que seja nas mediações daquela boca.
O seu hobbie preferido é a maratona em 4 pernas. Da sala à cozinha ou então da sala ao corredor e às escadas. Percorre tudo em apenas segundos. A caminho de uma divisão e ante a sua chegada lança um determinado e ruidoso "aahhhh!" como que se a anunciar e a pedir resposta por parte dos presentes.
Quando se cansa puxa do rabo para trás e deixa a gravidade actuar para descansar sentadinha.
As investidas à gata são sensacionais. A gata não a reconheçe como um ser humano e acha aquela criatura muito estranha. Assim sendo não se aproxima muito e no início até fugia mesmo estando a alguns metros dela.
Ela por sua vez acha-lhe muita graça. Quando a vê, tudo pára, e começa a corrida para tentar alcançá-la. É óbvio que perante uma gata ágil ela não tem qualquer tipo de hipótese. Mas a esperança é a última a morrer e aquele ser branco pequenino é a perdição dos olhos dela.
Ao jantar e no meio das conversas que é quando nos juntamos todos, ela inclusivé, também participa. Esbraceja e palra muito. Se nos ouve a rir fica muito atenta e no fim lança a sua gargalhada de concordância.
Meia irritada e um bocadinho antes de soltar o choro solta um "maaamaamaamamamamaaaaa" que penso não querer dizer nada apesar de o fazer em suplicia e a olhar para nós.
É o inicio de qualquer coisa...
Amar mais um bocadinho
sexta-feira, 21 de setembro de 2007 tu
Quanto tempo mais vais estar do meu lado?
Quanto tempo mais tenho para te poder abraçar?
Quanto tempo falta para te ires embora do nosso leito quente e aconchegante?
Sei que partes em honra de um bem maior.
Mas às vezes queria-te aqui comigo...
só mais um bocadinho...
..no quentinho.
Para te poder amar mais um bocadinho...
9 meses
quarta-feira, 19 de setembro de 2007 coisas de mãe
Com tantas atribulações de percurso e férias pelo meio o post dos 9 meses ficou pelo caminho e para repor essa falta inadmissível aqui está este post.
Com quatro dentes: dois em baixo ao centro e dois em cima (os caninos) apelidamo-la de "Vampira". Só falta sugar-nos o sangue já que a fera adora abocanhar-nos!
Já vai refilando com toda a gente que passa. É uma verdadeira relações públicas.
Quando deixo-a no chão odeia lá ficar e vai arrastando-se para o pé de nós. É uma óptima mopa autónoma!
Não sei ver as semelhanças fisícas mas numa coisa acho que sai a mim: acorda sempre mal disposta e com uma juba que faz lembrar os punks!
Despida de mim.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007 coisas de artista, eu, trabalho
Com tanta pressa para mudar e pouco espaço ao transportar, muitos itens que considerava essenciais ao meu bem estar, ficaram para trás.
Entre eles a máquina de costura a que já me tinha afeiçoado. Apesar de não ser minha era quase como se fosse. No entanto, senti que não tinha o direito de privar a dona, por mais não sei quantos anos e muito menos deslocar a sua maquina de cidade, depois de ma ter cedido de bom grado por uns bons longos 6 meses.
Por outro lado o escasso e atribulado tempo que tinha triplicou por estes lados. Tenho ajuda dos avós e da tia e a janta sempre na mesa. O que resulta em mais tempo e paciência para a Ory, mais tempo para mim, mais horas de sono e menos trabalho físico.
Tenho todo o tempo do mundo e era suposto eu estar feliz da vida... mas não.
Faltam as tintas, as telas, os lápis, o papel, a cola, as linhas, os tecidos, a agulha... a máquina... e uma mesa grande e vazia para eu espalhar as ideias conforme elas nascem.
Entre eles a máquina de costura a que já me tinha afeiçoado. Apesar de não ser minha era quase como se fosse. No entanto, senti que não tinha o direito de privar a dona, por mais não sei quantos anos e muito menos deslocar a sua maquina de cidade, depois de ma ter cedido de bom grado por uns bons longos 6 meses.
Por outro lado o escasso e atribulado tempo que tinha triplicou por estes lados. Tenho ajuda dos avós e da tia e a janta sempre na mesa. O que resulta em mais tempo e paciência para a Ory, mais tempo para mim, mais horas de sono e menos trabalho físico.
Tenho todo o tempo do mundo e era suposto eu estar feliz da vida... mas não.
Faltam as tintas, as telas, os lápis, o papel, a cola, as linhas, os tecidos, a agulha... a máquina... e uma mesa grande e vazia para eu espalhar as ideias conforme elas nascem.
Entretanto sinto-me frustrada com tantas ideias reprimidas pela falta de codições...
(foto de Maria Flores)
Da tua menina...
sexta-feira, 14 de setembro de 2007 coisas da vida, eu
Dou por mim a pensar muitas vezes nestes últimos tempos "Já sou crescida" mas o que realmente penso é que estou a ficar velha!
É que isto de ter cabelos brancos, ter um pai reformado, uma casa para pagar, um marido que exige roupa passada a ferro, uma filha e a tendência a dar "chamadas de atenção" (leia-se sermões) à irmã mais nova dá muito em que pensar...
Houve muitas coisas que mudaram nestes últimos anos e desde que a minha pimpolha entrou na minha vida a minha perspectiva de vida mudou muito.
Mas também houve muitas coisas que ficaram na mesma e que suspeito que hão-de ser sempre assim. Mas isso já é outra história.
Uma das coisas que mudou foi a minha relação com os meus pais. Eu sei, eu sei.. parece um cliché... mas a verdade é que agora compreendo muitas das preocupações e atitudes que eles tomaram e tomam em relação a mim.
O facto de querer passar mais tempo com a minha família é uma delas. Não sei muito bem como explicar mas tenho a sensação que já tenho pouco tempo, como se o tempo escoasse, e que tenho que aproveitar todos os momentos e compensar todos aqueles em que lhes fiz "mal" à alma.
Oh claro que continuam a irritar-me e a fazer daquelas coisas que envorganham o mais destemido! Mas deixei de os ver como pais perfeitos e mais como pessoas, a tentar a sua perfeição.
E isto tudo porque gera-se um sentimento baralhado quando vejo a minha filhota nos braços do meu pai.
Um pai que faz hoje anos mas diz, com um esgar de sorriso quando interrogado com a celebre pergunta, "quantos fazes?" que deixou de fazer anos há muito tempo!
Parabéns papá!
Spicing things up...
quinta-feira, 13 de setembro de 2007 músicaBrazilian Girls - jique
Do Brazil não tem nenhum representante e de miúdas apenas uma para amostra.
Nascida em Itália fala seis linguas e canta com todas.
Tem o seu próprio vocabulário, exemplo disso é este "Jique" que não se sabe muito bem o que quer dizer.
Mantém os olhos censurados em todos os videos e concertos e a expressão bem aguçada!
O meu coração deixei-o lá em cima...
quarta-feira, 12 de setembro de 2007 coisas da vida, eu
Lembro-me de quando fui para o Porto. As primeiras impressões não foram muito animadoras: cidade suja, escura, gente que fala com decibéis muito elevados, um trânsito medonho...
Mas com o tempo fui descobrindo o outro Porto. A luz mística, a gente atenciosa e calorosa, a muita criatividade e a sensação de se estar em família pela facilidade em conhecer pessoas e o apego que se gera entre elas.
Os meus primeiros 20 anos foram passados na terra da luz mas, como ser do ar que sou, que procura a liberdade acabei por apanhar boleia até ao Porto num curso.
7 anos mais tarde estou de volta para tentar a sorte. As primeiras impressões: cidade de luz que parece não chover, pessoas multiraciais, variedade de estilos e mentalidades, gentes desconfiadas e mal encaradas sempre num corre corre, muitos meios de transportes e alternativas ao carro, mais cultura e mais qualidade, comida mais cara e mais escassa..
Será que também vou descobrir uma outra Lisboa? A que nunca cheguei a conheçer?
É peculiar como não me sinto parte integrante desta Lisboa que deixei para trás.. cresceu sem mim e eu sem ela.
(foto de lienosauros)
Cozinhando a sorte em lume brando...
terça-feira, 11 de setembro de 2007 coisas da vida, deveres, eu
Foi tudo decidido à última da hora, em cima do joelho tanto que só levei um terço do meu guarda-roupa e esqueci-me do carregador da maquina fotográfica (consequentemente os posts não tem imagens de minha autoria) e muitos dos meus objectos de lazer/trabalho ficaram para trás em prol da necessidades da minha pequenina.
Apesar de já termos posto a hipótese de tamanha mudança só nos últimos dias é que da suposição se passou à realidade.
E aqui estamos!
Eu de volta à minha cidade. Ele pela primeira vez como trabalhador e morador na cidade das alfaces. Ainda a repensar esta queda de paraquedas numa cidade que já não reconheço como a minha casa. Para já não falar numa casa e rotina que também não é a nossa.
Tenho a sensação que entrei numa realidade alternativa... Tudo é diferente a minha realidade mudou.
Tanta mudança dá-nos um sentimento de insegurança. Deixar tanto para trás para poder receber o que vem para a frente gera um sentimento de saudade, de vázio. Nostalgia.
Já nada era como era.
Tudo mudou para ser diferente.
Mas só assim se dá espaço à evolução, a novas oportunidades. A novas realidades.
Sentimentos antagónicos que lido por estes dias.
Que paralisam por momentos.
A minha arma... adaptação.
(foto de Geoffroy Demarquet)
Engrenando..
segunda-feira, 10 de setembro de 2007 trabalhoPrimeiro foi difícil abrandar o ritmo para o modo "Férias": desliguei a ficha do profissional. Meti em modo de espera o serviço doméstico. O serviço materno continuou no seu máximo mas com a vantagem de ter mais tempo. E liguei o serviço diversão no médio... e agora está-me a ser difícil voltar, de novo, ao modo "normal".
Parece uma espécie de vício... primeiro estranha-se depois entranha-se e é preciso muitaaaa força de vontade para voltar aquele ritmo todo de novo.
Mas a verdade é que também estou desejosa por começar com aquela actividade toda.
Receio é que não seja tão cedo.. mas isso fica para outro post.
Férias precisam-se...
quarta-feira, 1 de agosto de 2007 amigos, lazer
Bem apesar do blog andar meio parado (tinha prometido a mim mesma que iria fazer mais um babete) eu não tenho tido muito descanso.
Tenho-me divertido mais sim. Mas descanso acho que tenho tido de menos até.
Aproveitei uns dias de praia e tratei de umas burocracias mas a casa está de pantanas, o sono de menos e um babete ficou por fazer.
Motivo? O N. entrou de férias e não me dá descanso.
Agora já é hora de visitar a família que lá longe reclama a minha presença e a presença do mais novo membro da familia a (O.) para se dar a conheçer.
Aproveito para sair do meu ambiente, ir à praia, namorar, estar com os amigos mais queridos e mais longínquos e conhecer melhor os novos amigos que vão de férias connosco.
O sono esse vai ser impossível de recuperar já com 8 meses de atraso mas seria bem pior se fossemos ao Andanças que acabamos por desistir devido ao alto preço practicado e as poucas condições.
Por isso dou-me por satisfeita por estar rodeada de pessoas e Sol sem prescindir das duas pessoas que mais amo!
Bambi e os cogumelos
quarta-feira, 25 de julho de 2007 trabalho
Inspirei-me na ilusão óptica e no interesse que os bebés tem nos padrões e cores fortes com contrastes.
Tive em atenção o facto de eles necessitarem de uma peça suficientemente grande para proteger a roupa da comida e da baba.
E estou muito orgulhosa dele porque saiu ao sabor da agulha.
Estava com receio do que viria a nascer dali.
Tive de desenferrujar algumas técnicas de costura e de ter um pouco mais paciência mas o resultado até agradou.. A mim não. Pelo menos logo de inicio porque fiquei na dúvida, afinal é o meu "filhote", e uma mãe acha sempre o seu rebento lindo.
Agora aqui está ele à espera de um dono!
Se o quiseres adoptar é só enviar um mail com os teus dados ou deixar-me um comment.
Bib Bambi e os cogumelos:
Babete 100% algodão.
Bolsa porta-migalhas.
Bolsa porta-migalhas.
Fecho de velcro.
Branca de neve
domingo, 22 de julho de 2007 coisas de mãe, ela
Delicio-me a olhar para ela enquanto practica os seus apaixonantes monólogos de sílabas mastigadas.
Tento repreendê-la quando apanha algo que não deve mas ela fica muito quieta a olhar para mim como que a tentar decifrar o tom da minha voz e de repente esboça-se um sorriso lindo.
Eu não resisto e solto uma gargalhada.
São preciosos estes momentos e tentamos eternizá-los mas são inesperados e espontâneos.
Por vezes o click da maquina fotográfica não acompanha. Quando vai a tempo nem sempre ficam no seu melhor. Como esta, que apesar da qualidade não ser a melhor, continua a ser para mim uma das melhores.
A minha Branca de Neve.. de 8 meses e 3 dentes :)
Just a pick...
sexta-feira, 20 de julho de 2007 trabalho
Um dos artigos indespensáveis a um bebé é o babete.
Quando nascem, porque bolsam muito e depois (quando deixam de bolsar) babam-se muito por causa dos dentinhos.Ora os babetes que tenho para ela são do mais simples que há mas também dos menos cor de rosa e no entanto continuam a defenir a O. e continuam a ser cor-de-rosa o suficiente para enjoar.
Não interessa o que lhe visto, a verdade é, que aquilo que se vê, é o babete, independentemente da roupa que está por baixo muito bem tapadinha pela enorme babete.
Também está provado que as cores fortes e contrastes estimulam o cérebro do bebé. Papeis de parede, padrões de tecidos e cores fortes são motivo de interesse da O. e de todos os bebés nestas idades. É a matemática dos bebés!
Neste seguimento dei início a este mini-projecto que ainda não acabei mas que está na recta final. E que brevemente estará aqui.
Andanças
sexta-feira, 13 de julho de 2007 lazer, música
Somos festivaleiros (isto soa tão mal).
Adoramos acampar no meio da música.
Este verão o primeiro verão com ela cá fora não sabemos bem onde ir. Com ela os cuidados são redobrados e o tempo escoa num instante. Assim tudo tem que ser planeado com a antecedência devida.
Pensamos em ir ao Andanças um dos festivais mais "soft" e com mais condições (para quem tem filhos) e que ainda não fomos (shame on meeee!!!)
Sim, eu sei, é um festival de danças. Mas é um festival. E de danças. E onde há dança também há música! E eu sou uma dançarina de pés descalços :)
Vamos lá ver se o orçamento nos permite a esta pequena extravagância..
Sinal ou relógio biológico?
quinta-feira, 12 de julho de 2007 coisas de mulher, trabalho
Olho para as grávidas e tenho saudades...
Sonho que estou grávida....
Encontro esboços meus, como estes, do "antes"...
Falamos constatemente de um menino...
Guardo religiosamente a roupinha que mais gosto e que já deixou de lhe servir...
Continuo com o síndroma de "arrumar o ninho"...
Será que continuo com as hormonas fora do sítio?
U've got mail!
segunda-feira, 9 de julho de 2007 amigos, eu
Andavamos na "escolinha" e já eu apreciava muito os trabalhos desta menina bonita.
Agora esta menina bonita tem um blog dela com as suas criações e eu adoro ir lá espreitar as coisinhas da Amores de Tóquio.
Mais tarde ou mais cedo havia de ter que ter alguma coisinha dela. Foi quando eu vi este boné lindo e não lhe resisti.
Adoro a mistura de padrões (bolinhas e floral) que conjuga muito bem no modelo. O rosa velho e o ar de bonequinha que o chapeu tem. Mas acima de tudo a qualidade que é excepcionalmente boa para além de ser uma peça única.
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