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Pay it forward: Os nomeados!


O pay it forward é um desafio simples. Uma corrente de coisas feitas à mão. Baseado em favores aleatórios.

Consiste em ao receber algo feito por outra pessoa (manualidade: pintura, costura, tricot, desenho, colagens, videos, música... desde que saia das vossas mãos) anunciar este desafio no seu blog e das 3 pessoas que se inscreverem (comentando e anunciando essa vontade) receberão 3 coisas de autoria do dono desse blog.

Essas pessoas terão fazer o mesmo a outras 3... e por aí fora.



Os requisitos são simples: ter um blog para poder dar continuidade e produzir algo apartir das suas mãos.



Eu recebi um gorro da raparigas como tu.

E agora estou a dar continuidade à corrente.
Postei aqui o desafio e fica agora aqui os nomeados para os meus próximos 3 presetinhos.




Essas 3 pessoas, neste caso concreto, que é o meu blog foram:



Stories behind the objects



Não há palavras



Vento no cabelo




Assim estas meninas terão de fazer, cada uma, 3 presentinhos para 3 leitores dos seus respectivos blogs.





Como já disse anteriormente não prometo a brevidade dos presentes. No entanto já anda aqui a bailar umas ideias.




Não se esqueçam de me mandar as moradas pelo mail para que eu possa mandar as coisas o mais depressa possível.


E gostaria muito que tirassem uma fotografia para eu postar aqui no meu blog com o meu presentinho em uso.


Se ainda tiverem alguma dúvida não hesitem em perguntar.







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Na hora da partida..

(Foto de André Homan)

Vou voltar para a minha casa. Para a minha cozinha. Para a "minha" máquina de costura (emprestada). Para os nossos outros amigos. Para o nosso ninho.


Mas vou voltar a ficar sem net e prevejo que a minha assiduidade, conteúdos e frequência a este blog sejam comprometidos.
Vou tentar colmatar esse facto da melhor maneira que poder. Espero ter tempo para este ritual em que este blog se tornou. O meu arrumar de ideias e partilha de pensamentos.


Entretanto o Pay it for ainda não fechou. Preciso de mais dois candidatos.

Não tenham medo de se inscrever. Basta comentar aqui.

Também não prometo ser breve a mandar os presentinhos. Pois não prevejo uma rotina daqui para a frente e com as mudanças de casa e afins não saberei o tempo que disponho para tal.

Já tenho uma boa ideia para concretizar. E estou ânsiosa por pô-la em práctica. Mas só quando a poeira assentar por estes lados.
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Quando chegar a casa



Vamos embora mas ainda não é hoje. Ainda não estou mentalizada. E ainda há muito por arrumar.



Entretanto adormeço a imaginar a minha casinha (ainda nua) lá longe que já me parece tão perto.



Sei que vamos atravessar tempos dificeis mas penso que tem sido essa a minha inspiração pois obriga-me a fazer uma jiga-joga mental, criativa e orçamental. E as ideias andam a fluir a uma velocidade demasiado rápida. A ver se anoto tudo..




A primeira divisão a ser melhorada e que necessita de uns arranjos vai ser a cozinha.
É a divisão que menos gosto.
Queria virá-la do avesso porque não havia nada que gostasse e como isso era impossível nos próximos tempos, fui deixando como estava. Até porque está como nova.

Neste momento o necessário vai ser substituir um cano do lava-loiças e outro do tanque.

O resto vai ser uma lift-over:

Uma mesa remodelada. Talvez o frigorífico também. Umas parteleiras de apoio. Um varão de apoio. E uma pintura para a despensa.
Ainda estou a pensar se hei-de tingir as cortinas...

Et voilá, espero gastar pouco mais que 25 euros.



Se tivesse dinheiro era isto que comprava. O wallpaper que está na fotografia de shiu yan.
Estou apaixonada pelo seu trabalho.






Wallpapers:


V2 3D Wallpaper: by Mioculture


Touch me wallpaper: by Zane Berzina


Tinta:


Eclipse wall paint


Azulejos:


Northern ligths: Moving color



E para quem ainda não viu. Comentem no pay it for ali em baixo.



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Nas nuvens...








Os melissa são uma perdição. Só tem um senão, na minha opinião: são de plástico.



Como é que é possivel uma marca brasileira comercializar sapatos de plástico? Lá não faz mais calor que aqui?



A senhora da loja assegurou-me que era a colecção de verão. Torci o nariz.. assim almofadados?



Mas não resisti ao modelo. E ainda por cima era o meu numero.





Quanto à colecção de Verão vai passar a ser de todo o ano menos de verão.





O chão que piso é da minha casa de banho.

São uns azulejos que apesar de já meios gastos do uso fazem-me lembrar a minha infância.

Perdia-me a olhar para o chão a imaginar o céu.






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Pay it for


Esta é uma corrente em que para participar é preciso comentar este post.
Os 3 primeiros a comentarem e que quiserem receber um presente feito por mim terão, por sua vez, que fazer o mesmo no seu blog.
Eu participei no blog da
raparigas como nós.

E aqui está o meu presentinho feito pelas mãos dela. Tal como lhe tinha prometido, a foto.


Agora cabe a mim a responsabilidade de dar continuidade a esta corrente. Ainda não sei o que vou fazer. E não sei se estou à altura. Mas espero agradar.
Vai daí tenho que meter mãos ao trabalho.

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Os filhos da vaca são os vitelos. Tu és filho de quem?


Tenho dois tipos de amigos.

Aqueles que sabem perfeitamente de que este anuncio se trata.
E aqueles que ficam meio escandalizados/incrédulos quando lhes tento explicar que isto é mesmo verdade.




Por vezes passo por "treslocada-das-coisas-naturais" ou "esta-deve-deve-ser-de-esquerda" ou mesmo por "revolucionária-revoltada".



Qualquer das maneiras, ou porque sou muito entusiasta no que digo ou porque tenho tanta informação que não sei por onde começar, meto as mãos pelos pés. Mas principalmente porque estas pessoas não estão aptas para ouvir o que para elas deve ser uma bomba.


A verdade é que gostava que as pessoas estivessem a par de toda a informação e pudessem tomar decisões conscientes.



Quando a Alice postou fiquei muito contente com o achado.
Um gupo de pessoas juntas por um movimento social pela correcta informação. Sem partidos ou partes.


E mais fazem-no com um grande humor.








Mais Adbusters e Spoof Ads
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Um momento.. (só nosso)


Deleitamos demoradamente aqui na penumbra da sensualidade. Lemos poemas de amor sob a luz da vela. Recordando-nos das "primeiras vezes".
Fomos ao cinema ver a
última sessão. Porque chegamos a tempo.
Sai com uma sensação angustiante. E a única coisa que desejava era poder dormir abraçada a ti..
(Há um par de anos atrás foste tu que abraçaste-me pela 1ª vez.)
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Keep moving..

foto de Marek Sawicki


Chegou a hora da decisão. E foi difícil.


Agora que já me estava a habituar à luz, às pessoas, ao clima, ao cheiro.


A ter os amigos por perto e os Pais a dois quarteirões.


À cultura a transbordar. À sua diversidade.


Ainda não sabemos ao que vamos. Mas já me enchi de saudades.


Logo agora que as minhas raízes começaram a beber deste solo.

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Olívia


2 meses.
Abandonada..

Está temporáriamente com a
Nice.
Precisa urgentemente de uma casa.
E de um cantinho no coração.
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Da minha cozinha


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:)








Ainda não anda e pouco fala mas já sobe para cima de coisas para alcançar níveis mais altos.


Não sei como aconteceu.. olhei para o lado e lá estava ela toda contente de cima do seu pódio.
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14 meses



Hoje foi um dia muito bom.
A O. fez 14 meses e a A. fez mais um aninho. (Parabéns A!)

E assim surgiu a desculpa para nos juntar celebrar o aniversário e meter a conversa em dia.
No fim ficou a vontade de tornar mais frequentes estes pequenos momentos valiosos.
O tempo passa a correr. Todos nos dizem e nós não acreditamos... até ver.
Ela ainda não anda sozinha. Agarra-se aos nossos indicadores e aí até corre.
Adora leite de arroz, de soja e nem por isso do de aveia. Mas o eleito continua a ser o materno. Do peixe nem vê-lo e leguminosas vai indo.
Tem muitos monólogos entusiasmantes. Ora berra e dá ordens. Ora abraça-se com carinho aos peluches.
Ri-se muito. Principalmente quando alguém lhe dá atenção. E isso requere-o de todos: conhecidos ou não.
De noite dorme no nosso meio. Agarra-me nas mão e fica ali a massajar até adormeçer.
Já não consigo adormeçer sem ela do meu lado...




















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Uma cultura de fumo a cair por terra..


A placa azul baloiçava pendente em duas correias. Determinava o espaço restricto de um bar. Para o fumadores uma parte do varandim que se situa acima do palco. Estreito e iluminado por focos ambiente.

Eu não fumo. Não fumamos. E talvez por isso nos passe um bocado ao lado esta lei. A não ser que nos incomode.

Estavamos a assistir a um concerto do varandim. E no meio disto o segurança aborda-nos pronto a empurra-nos para debaixo da placa, justificando-se simpáticamente, que temos de estar para trás da placa... mas nós não fumamos. E logo ali nos pediu desculpa.

Os outros. Os outros foram empurrados para um corredor. Tal manada tresmalhada.

Tudo a fumar.

Em jeito de pecadores..

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Flusch it!


Se todas as casas de banho fossem assim...
Quem se atreve a identificar este autocolismo?
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EBONY BONES! - Don't Fart On My Heart


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Quem corre por gosto não cansa...


..mas para quem corre contrariado cansa muito.
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Finalmente a agenda..


Nunca me sinto satisfeita e por vezes demoro tanto a escolher que quase que passo meio ano sem agenda.
(Lembra-me logo daquele anuncio cantarolado em desenhos animados: "A minha agenda! A minha agenda!".)
Mas desta vez não posso desleixar-me e andar sem agenda.
Saí decidida a gastar pouco por algo práctico.
No fim gastei mais do que queria e trouxe aquilo que pensei nunca trazer: um moleskine!


E ainda fiquei contente.
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Foi...

(a dormir onde podia: piolho)

Foi uma semana sem horários, sem deveres nem obrigações.

Deixamos Lisboa para trás e rumamos em direcção à Invicta.

As saudades apertavam e adivinhava-se uma escassez de tempo para matar tanta saudade.

Não soube a férias. Foi tudo muito rápido. Tudo com medo de não se conseguir aproveitar. Que nem tive tempo para tirar a maquina fotográfica e registar a viagem.

Não houve tempo para passar na "nossa" Gelataria Sincelo. Ou calor que apetecesse refrescar. Mas a surpresa foi poder estar em tantos outros sítios familiares sem a habitual neblina tabagista. E com ela.


Soube a pouco. A muito pouco. Mas soube muito bem.




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Para ele...




The Lengendary Tigerman. The one man show.
..a minha prenda de natal (também foi para mim) para ser gozada no dia de Natal.
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Bom Natal



Assim do nada um vírus instalou-se cá em casa. Quis passar o natal connosco. Mesmo passando um mau bocado com febre fui relutante a comprimidos.


O espírito natalício, esse, nem por isso esmoreceu.


Uma lareira bem quentinha. Uma mesa recheada de comida e doces caseiros feitos com muito carinho. E uma árvore cintilante composta de muitas prendas.


Se houve natais que não me souberam a nada, este soube-me por todos eles. Rodeada daqueles que mais amo senti a verdadeira essência que o natal representa.

Reconciliada perdoei todo o outro lado que o natal também pode ser.