Bolsa porta-migalhas.
Fecho de velcro.
quero tudo.. mas devagarinho



Olho para as grávidas e tenho saudades...
Sonho que estou grávida....
Encontro esboços meus, como estes, do "antes"...
Falamos constatemente de um menino...
Guardo religiosamente a roupinha que mais gosto e que já deixou de lhe servir...
Continuo com o síndroma de "arrumar o ninho"...
Será que continuo com as hormonas fora do sítio?








...ko!!!

Não sei se queria mamar a papa que estava na colher ou se era mesmo a colher que ela tentava mamar mas não estranhou nada e aceitou de bom grado a 1ª papa.
Deixou uma obra de arte impressa em papa e utilizando as mãos no vidro da marquise e outra na minha roupa.
Depois do bichinho da fome estar saciado decidiu começar uma longa conversa com a colher, o que me valeu muitos salpicos, isto porque, o auge da conversa acontecia exactamente quando a colher estava meio dentro e meio fora da boca mas acima de tudo cheia!

Foi díficil registar este momento, já que eu tava sozinha e ela estava ao meu colo, mas era da praxe... este é um dos momentos de que me vou lembrar para sempre.




Voltamos para casa contentes, com metade da tralha no carro, um pouco mais pesados na carteira.
E eu com uns tecidos novos e muitas ideias também.

Feito à minha medida acenta-me deliciosamente, talvez não precisasse de tanta largura. Fizemos um pequeno test drive e ao contrário do que eu pensava o peso não recai só nas costas mas sim repartido pelas costas (ombros) e pela anca deixando-me muito confortável e os dois braços livres pois ela está perfeitamente segura e juntinha a mim.
O que ela mais gostou foi poder ver a rua a 180º.
Babywearing:

"Amor sinistro"
"Css - Cansei de ser sexy"


Entretanto esse hábito foi-se perdendo no tempo...
Há uns dias andava a passear na net e tropeçei num conceito interessante de um português chamado Paulo Magalhães de Braga que teve esta excelente ideia de reinventar o correio na sua forma mais anónima possivel: mandas um postal a alguém de quem só sabes a morada e pouco mais (apenas aquilo que ela quiser) e por esse postal recebes um outro de outro alguém que também não conheçes. E assim sucessivamente formando um ciclo... mas isto torna-se mais interessante quando difundido pelo mundo inteiro. Os postais vêm de todo o lado. É o sistema que escolhe ao acaso a quem vais escrever e quem te escreverá.
Cultura a rodar por todo o mundo. Via ctt. Com selos, tinta, carimbos e o cunho de diferentes pessoas de diferentes partes do mundo.
E estes já vão a caminho do seu destino e ainda nem partiram e já tou ansiosa do que vou encontrar na minha caixa de correio.