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Tempo de mudança


O tempo está a mudar definitivamente.
Aqui em casa também se operam grandes mudanças.
Um novo emprego para começar e para ficar com ele. Ele está de novo a estudar. E ainda por decidir o destino da nossa pequenina.
Se bem que estou animada pela estabilidade financeira que vamos conseguir sinto que entrei em contagem decrescente com ênfase dos dias chuvosos.
A sentir o tempo a esgotar tento preparar-me para o stress, para o cansaço físico e psicológico do dia a dia de enfrentar a selva que está lá fora.
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..?!

O frio já começa a apertar. A chuva já veio visitar-nos. O corpo pede mais calor. Mas na minha cabeça o Verão mal começou.
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Do verão II


Um almoço em Frende com o rio douro como companheiro de viagem e a natureza que nos brindou no seu auge.
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Exercício de narcisismo



..e o meu novo corte de cabelo.
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Rainy day


Entrevista no Porto.
Chegar atrasada e molhada até aos joelhos.
Bom ou mau augúrio?

E onde está o Verão?

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;)

..e depois veio a O.


:D

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Da arca velha..








A arca foi um dos achados na casa do lixo.





De tudo o que achamos era a peça que em pior estado estava.

Depois de uma limpeza superficial mostrou-se menos estragada do que supunhamos apesar de um pouco danificada no interior e nos pés, obviamente pela humidade que deve ter sido exposta.





A minha ideia era transformar a arca numa especie de deposito, para a garagem, de coisas que não usamos frequentemente e que nos ocupa espaço cá em casa mas que estejam resguardadas e seguras, já que a nossa garagem é comunitária.





O problema é que, apesar de ter alguma formação em restauro, não faço a minima ideia:





do que é preciso para limpar a madeira por dentro (que cheira a bolor) e que não tem tratamento.





se existe um primário especial para madeira?





se existem tintas para madeiras ou serão as mesmas das de parede?










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Lixo de uns, tesouros d'outros!


Casa do lixo é o nome que se dá a uma divisão própria para o lixo dos condominos do prédio em que vivemos.


Ultimamente, sempre que vou pôr o lixo, dou de caras com itens encostados às paredes que me fazem parar por uns segundos fixando, ainda meia preplexa, com o que os outros deitam ao lixo.


No meu conceito de lixo é tudo que ou está mesmo estragado ou que acabou o seu tempo de vida.


Tudo o resto que já não me serve ou que me queira desfazer, dou, passo ou vendo.


Este mês cada ida à casa do lixo fazia as minhas maravilhas. Aliás já dou por mim ansiosa que o lixo fique cheio para poder ir lá abaixo averiguar a situação.


Ora pela minha dedução, são coisas que os estudantes deitam fora porque vão embora ou vão mudar de casa. E no nosso prédio ainda vivem alguns estudantes.


Desde daí, que, temos uma estante nova para a tv, uma arca enorme e uma cadeirinha de bebé para a bicicleta. Tudo em quase bom estado não fosse o seu uso. Esta última veio mesmo a calhar, porque já andavamos a falar nela desde de que engravidei. Agora já só faltam as biclas ;)


O que eu não entendo é o consumismo absurdo destas pessoas. Usar e deitar fora. Já não gostam da mobília, da cor ou do feitio, querem comprar novo, diferente e na moda, então há que arranjar espaço.


Também gosto de ter coisas novas e bonitas mas também posso usar a imaginação e reusar metade do que vou deitar fora para outros fins e reciclar a outra metade. Isto tudo sem gastar nem 1/3 do orçamento que gastaria em coisas totalmente novas.


Além disso como foi algo que surgiu da minha cabeça e se realizou das minhas mãos tem outra essência, não é assim?


E nem preciso de referir no bem que fariamos ao ambiente, pois não?
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Face your pockets


Gostei da ideia.
Gosto deste tipo de imagens.
Nunca imaginei conseguir mostrar todo o conteúdo da minha mala num ecran de scan..
Cá está ele!

via noussnouss
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Art of Domesticy

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Gelly hands ~ 21 meses






Acorda-me com beijinhos e chama repetidamente por mim porque não gosta de sair da cama sem mim.


Gosta de ver o pocoyo. Senta-se no sofá, como o pai se senta, e vê dois episódios inteirinhos.




Já come sozinha a comida sólida de colher, ora com a esquerda, ora com a direita. A gelatina é mesmo à mão.




Não gosta de andar calçada nem com sapatos nem com meias. E sempre que vamos de carro a algum lado, chega ao destino completamente descalça.



Não gosta de nos ver abraçados, tem ciúmes do pai.




Trepa tudo, bancos, mesas mas principalmente gosta de nos trepar.




Faz birras para tudo o que lhe é negado e mais alguma coisa. E ultimamente sair à rua com ela é um desafio para nós e uma aventura para ela.
















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jindungo, maguita-tuá-tuá, ndongo, nedungo e piripíri


Este é a aquisição mais nova cá da casa apresento-vos a capsicum frutescens.

Primeiro foi a aloé vera que já vai nos seus 4 anos, sensívelmente. Depois adoptei a salsa e a hortelã. E por fim decidi ter malaguetas!

A intenção é ter em casa (quase)todas as ervas e especiarias bem fresquinhas. Fica mais económico, é mais divertido, porque somos nós que cuidamos delas, são livres de quaisquer químicos e estão sempre à mão.
E o mais engraçado é que não vou à procura de nada. Há sempre alguém que tem no seu jardim plantado qualquer coisa que desperta-me o desejo de o levar para casa.

Mas verdade seja dita que não sou grande jardineira. A avaliar pela aloé - que apresentava-se amarela nas pontas como que queimada e verde clara, demasiado clara - que para perceber que a aloé precisava de estar dentro de casa e que eu a regava em demasia, foi preciso um par de anos.

Já a salsa tive que ser mais atenta e rigorosa pois é bastante mais susceptível que uma aloé. Ainda sobrevive, com algumas folhas verdes mas não percebo porque é que ficou assim tão amarela de repente (alguem?).

A hortelã nem pegou :(

Quanto ao meu novo pé acabadinho de plantar espero que vingue apesar de terem-me avisado logo que o mais provavel era morrer.

Qualquer das maneiras vou enterrar as malaguetas, como me disseram para fazer, e se este pé não pegar é só esperar mais uns... 2 anos!


Se alguém por aí for mais entendido que eu nestas matérias faça o favor de se pronunciar.

Todas as dicas são bem-vindas.




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Fim de semana??

Este é o 1º dia de descanso após 22 dias de trabalho. Sem fins de semanas ou folgas. E só agora me dei conta disso mesmo depois de fazer contas... foram 22 dias!


Pelo menos vamos conseguir fazer face a algumas despesas.


Agora falta:

Arrumar a casa toda. Dar-lhe um pouco mais de atenção. E dedicar-me, com mais tempo, ao meu novo atelier.


Pois a minha "segunda", começa na sexta.


Ah! E já agora gostaria de esclarecer 2 coisas:
1º o meu trabalho fora de casa não tem nada haver com o que estudei ou tenciono fazer.. é meramente um biscate muito necessario nesta etapa das nossas vidas.
2º O atlelier que estou a montar é mesmo cá em casa é vai funcionar nos meus tempos livres.
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Face lift

Apeteceu-me mudar. Cansei do preto.
Talvez seja influência do Verão.
Se eu tivesse os conhecimentos necessários a mudança, aí sim, seria radical.
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Do verão..












...e das pequeninas férias que vamos tirando.



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Não estou de férias..


...bem pelo contrário. Tenho mais trabalho do que nos meses anteriores.


E não me queixo.


Com menos dois salários a entrar não resta muita alternativa.


Os horários não coincidem com os dele e tenho passado mais tempo a descansar para conseguir cuidar dela e repôr as horas de sono.
Com isso também o tempo tem sido escasso para os meus projectos, blog ou afins.


A boa novidade é que finalmente consegui montar o meu atelier em casa.


Para já a disposição dos móveis está defenida, com mais um acerto ou outro. Falta arrumar tudo nos devidos lugares, organizar materiais e ter tudo à mão.


E o melhor de tudo é que consegui-o sem ter de comprar nada. Reaproveitei os móveis desirmanados, juntei-os todos e voilá: muito espaço para arrumação.


O resto, a decoração, vem depois. Com o tempo. Ideias não faltam.


O meu objectivo é ter um espaço funcional e mínimamente agradável para poder trabalhar com espaço físico e psicológico. Nos espaços em que ela me concede e num lugar em que possa deixar tudo como deixei, seguro dela e pronto para mim.
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Humpff!!...

Temos uma infestação de traças.


Nascem por todo lado. Pareciam sair principalmente da despensa.


Lá fui eu armada em salvadora da pátria. De pano na mão puxei tudo o que tinha na despensa para fora. Limpei tudo. Deitei muita coisa fora.


A seguir de Raid (passo a publicidade) na mão, tanto dei ao gatilho, num acto misto de desespero e fúria, que quase que iliminava era a mim.


Da despensa já não sai nenhuma. Mas elas continuam a aparecer como magia. Triunfantes sobre o tecto banco.


E eu feita caçadora de vampiros (leia-se Buffy) de cabo de vassoura na mão quase que liberto um riso maquiavélico quando ouiço o leve esborrachar do cabo da vassoura contra parede...
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Pocoyo




Não sou muito apologista de os miúdos da idade da O. verem muita tv.

Ela vai vendo alguma tv, mais do que gostaria. Mas a verdade é que é um excelente aliada na hora das refeições e em geral são os dois únicos momentos do dia em que ela vê tv. Fora alguns momentos breves em que a tv está ligada e algo lhe chama a atenção mas logo perde o interesse.



Quando estava grávida lembro-me de prestar muita atenção aos conteúdos televisivos. Lembro-me de ver o Pocoyo
e pensar que quando ela começasse a ver tv seria este desenho animado. O eleito.



Claro que não foi bem isto que aconteceu. Ela já vê tv e não é o Pocoyo.

E apesar de na caixa do dvd dizer maiores de 4 anos já lhe compramos 2 dvds.

Já que se emanecipou que seja a ver algo em que aprenda.



O Pocoyo é um desenho animado espanhol criado para crianças em idade pré-escolar.

O nome da animação surgiu inocentemente da filha de um dos criadores.

A figura e postura de Pocoyo é muito similar a de uma criança. Dou por mim muitas vezes a confundir as suas atitudes com as da O.

Os seus amiguinhos embora sejam todos animais tem características muito distintas e associadas a humanos, execpto a cadela que representa de facto um animal de estimação.

A animação tem um cenário simples mas cativante. De modo a prender a atenção da criança para o que se vai aprender.

Os dvds tem episódios de 6 minutos. O que é óptimo porque prende a criança sem cansar e porque os próprios pais podem gerir a quantidade de episódios a serem visualizados consoante a capacidade de concentração da criança.



Sim sou uma fã incondicional do Pocoyo. Derreto-me toda com a personagem e adoro o estilo que conferiram à animação.

A mim também me prende a atenção... :D
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20 meses







Tem mais energia do que era de supor num ser tão pequenino.




Faz mais birras do que alguma vez imaginei.




Últimamente tem sido muito desgastante.




Continua a ser o meu anjo.




Novas palavras:




Avó




Papá


não quero


"tá " = estou (ao telefone)







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Pic a nic..








No Domingo combinamos finalmente o tal ansiado picnic.


Juntamos amigos, duas cozinheiras, praia (acabou por ser uma piscina no meio do campo) e campo num só tacho.




Saimos em direcção a Monção.


Procuramos Boivão - uma aldeiazinha pequena onde as mulheres ainda se vestem de preto de luto ao marido. E onde ao pé da igreja existe uma pequena piscina de uso comunitário rodeada de vales, pinhais, vindimas e uma pequenina cachoeira.




Enquanto esperavamos os amigos que já lá estavam não resistimos à piscina.






Para o picnic foi só sair da piscina e montar o arraial ali ao lado!


A ementa foi esta:
Sumo de Manga
Quiche de Vegetais
Almondegas de Lentilhas
Pasteis de soja com Camarão
Pasteis de soja com Salmão
Bolinhos de Amêndoa
Bolo de Café com Côcô
Bolo de Laranja com cobertura de Morango.

Ainda tinhamos fruta e uma salada... mas a salada foi esquecida (por moi) e a fruta não chegou a tempo das barrigas vazias.



Apesar da correria que exigiu de nós cozinheiras e de os nossos amigos terem que partir mais cedo que o esperado, da O. ainda ser pequenina demais para correr por ali fora sozinha e ainda ter de correr atrás dela... valeu bem a pena.




Cheguamos a casa cansados como nunca mas recarregados.