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Blood Red shoes - Box of secrets


No Santiago de Alquimista dia 20 às 20, em Lisboa
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Contagiar


Primeiro foi ela. Depois o pai. A seguir a Avó.
Eu fico sempre para último.


Apanhou-me desprevenida. Quando já todos estavam melhor. Quando menos hipóteses tinha de apanha-lo. Apanhei.


Resultado: um dia de trabalho que se revelou penoso, cheio de náuseas e arrepios, com um ar condicionado em cima bem geladinho. O sair do emprego e correr porque ela tinha uma consulta no médico.
"Ela está bem."


Eu é que já não me sentia me nada bem.



Chegar a casa passar o testemunho ao pai e meter-me na cama.




Hoje não consigo comer. E passo o tempo todo a imaginar que o que sinto ela também sentiu.. o dobro.



Entre a cama, o sofá e a net lá fui descansando e dando gosto ao lazer de andar por aqui a passear.


Ainda olhei de soslaio para os moldes mas sempre que faço assim um movimento mais amplo a náusea é de tal maneira desagradável que desisto logo.



Valeu pelo descanso e por poder dar-lhe muito colo.
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23 meses


Quase, quase nos dois anos.

Tenho saudades de lhe dar colo. E ela rabuja por não ter o seu colo.


Adorou os primeiros dias de infantário mas não gosta de ficar tanto tempo sem mim.


Decidiu começar a fazer greve de fome pelas razões acima.

As birras são mais desafiantes que nunca. Finge que chora, pisca muito os olhos e franze a testa. Ou então quando fica mesmo chateada atira-se para o chão e chora.


Falar é com ela... em bebenhês! Mas já se vai percebendo um Português entranhado no meio.


Já faz por chamar a atenção com posses à princesa e repete a gracinha quando lhe achamos piada.

Adora ir ao supermercado para poder andar no carrinho das compras.


Ainda não usa o penico mas já faz o ritual de levantar ou baixar a roupa e sentar-se. No fim vem buscar papel e limpa-se.
Só falta mesmo é fazer a "forcinha"!

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Chuva na folga quentinha


Finalmente tenho um tempinho para ligar-me um pouco à net. Ver alguns dos sites que visitava com regularidade apesar de ter de ler com o scroll a 120 km/h para dar um pouco de atenção ao meu cantinho neste meio.
As novidades são muitas e os assuntos inúmeros. Tinha pano para mangas. No entanto as prioridades mudaram radicalmente e o tempo que dedicava aqui quero dedicar aos meus (inacabados, pendentes ou/e por fazer) projectos. Que não são poucos.
Consegui começar e, quase, quase, quase acabar um molde de umas calças para ela. Claro, ainda falta cortar as peças no tecido e cozer... Ou seja mais de metade do trabalho. Como tenho uma espécie de aversão a moldes o facto de tê-lo feito sem ajuda e quase de uma assentada, enquanto ela estava a dormir a sesta, para mim, é digno de ovação!
Estou mortinha para passar para tecido o projecto em papel.
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Gastrite Vírica

Ando a 120 à hora. Na estrada a 140 porque exige-se mais que a pontualidade.
Por esta altura já lá vão 2h30 a pé. Ela sempre ensonada lança-me pragas sempre que a deixo no infantário. De coração apertado engulo-o para bem fundo do meu estômago.
Quando chego ao outro lado já vou bem acordada. E pronta para outra maratona.
Ali estão sempre com pressa e pouca paciência.
A hora do almoço também exige rapidez pois para além de comer também quero respirar.
Saio dali a correr porque já vou atrasada e ainda tenho uma fila de transito para transpirar de nervos... e ela à minha espera.
A inauguração aproxima-se. Estou ansiosa. De folga mas presente.
Correu tudo bem e foi giro, confesso, também gostei. Mas mal saio pela porta dos fundos um bocadito mais cedo tenho uma chamada fatídica.
Corro mais uma vez, para o carro, para a casa da avó, para o hospital... e "durmo" numa cadeira ao lado dela atenta aos seus movimentos e afogada em sentimento de culpa.

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Ontem,



aproveitamos o facto da miúda ter ficado na avó para irmos ver um concerto juntos.

O concerto estava no fim.
Exclusivamente para convidados a apresentação do álbum, ao contrário do que pensávamos.
Duma janela minúscula conseguimos ver e ouvir na perfeição mas não se sentia o fervilhar nas veias como um concerto ao vivo. Valeu pela pequena sala à prova de som. Pelo bar em si.


Aqui a reprodução que foi feita ao vivo pela net.
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( * )

O tempo tem sido pouco.
Passo pouco tempo com ela e com ele.
Os projectos todos a meio e em modo de espera.
O cansaço acusa-se no fim do dia.
Gosto do ambiente. Da politica e filosofia da empresa. Do seu desenvolvimento sustentável. Do meu contracto. Do trato das pessoas.
Tanto, que apetece vestir a camisola.
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22 meses - A cozinhar!





e eu longe..
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Tempo de mudança


O tempo está a mudar definitivamente.
Aqui em casa também se operam grandes mudanças.
Um novo emprego para começar e para ficar com ele. Ele está de novo a estudar. E ainda por decidir o destino da nossa pequenina.
Se bem que estou animada pela estabilidade financeira que vamos conseguir sinto que entrei em contagem decrescente com ênfase dos dias chuvosos.
A sentir o tempo a esgotar tento preparar-me para o stress, para o cansaço físico e psicológico do dia a dia de enfrentar a selva que está lá fora.
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..?!

O frio já começa a apertar. A chuva já veio visitar-nos. O corpo pede mais calor. Mas na minha cabeça o Verão mal começou.
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Do verão II


Um almoço em Frende com o rio douro como companheiro de viagem e a natureza que nos brindou no seu auge.
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Exercício de narcisismo



..e o meu novo corte de cabelo.
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Rainy day


Entrevista no Porto.
Chegar atrasada e molhada até aos joelhos.
Bom ou mau augúrio?

E onde está o Verão?

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;)

..e depois veio a O.


:D

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Da arca velha..








A arca foi um dos achados na casa do lixo.





De tudo o que achamos era a peça que em pior estado estava.

Depois de uma limpeza superficial mostrou-se menos estragada do que supunhamos apesar de um pouco danificada no interior e nos pés, obviamente pela humidade que deve ter sido exposta.





A minha ideia era transformar a arca numa especie de deposito, para a garagem, de coisas que não usamos frequentemente e que nos ocupa espaço cá em casa mas que estejam resguardadas e seguras, já que a nossa garagem é comunitária.





O problema é que, apesar de ter alguma formação em restauro, não faço a minima ideia:





do que é preciso para limpar a madeira por dentro (que cheira a bolor) e que não tem tratamento.





se existe um primário especial para madeira?





se existem tintas para madeiras ou serão as mesmas das de parede?










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Lixo de uns, tesouros d'outros!


Casa do lixo é o nome que se dá a uma divisão própria para o lixo dos condominos do prédio em que vivemos.


Ultimamente, sempre que vou pôr o lixo, dou de caras com itens encostados às paredes que me fazem parar por uns segundos fixando, ainda meia preplexa, com o que os outros deitam ao lixo.


No meu conceito de lixo é tudo que ou está mesmo estragado ou que acabou o seu tempo de vida.


Tudo o resto que já não me serve ou que me queira desfazer, dou, passo ou vendo.


Este mês cada ida à casa do lixo fazia as minhas maravilhas. Aliás já dou por mim ansiosa que o lixo fique cheio para poder ir lá abaixo averiguar a situação.


Ora pela minha dedução, são coisas que os estudantes deitam fora porque vão embora ou vão mudar de casa. E no nosso prédio ainda vivem alguns estudantes.


Desde daí, que, temos uma estante nova para a tv, uma arca enorme e uma cadeirinha de bebé para a bicicleta. Tudo em quase bom estado não fosse o seu uso. Esta última veio mesmo a calhar, porque já andavamos a falar nela desde de que engravidei. Agora já só faltam as biclas ;)


O que eu não entendo é o consumismo absurdo destas pessoas. Usar e deitar fora. Já não gostam da mobília, da cor ou do feitio, querem comprar novo, diferente e na moda, então há que arranjar espaço.


Também gosto de ter coisas novas e bonitas mas também posso usar a imaginação e reusar metade do que vou deitar fora para outros fins e reciclar a outra metade. Isto tudo sem gastar nem 1/3 do orçamento que gastaria em coisas totalmente novas.


Além disso como foi algo que surgiu da minha cabeça e se realizou das minhas mãos tem outra essência, não é assim?


E nem preciso de referir no bem que fariamos ao ambiente, pois não?
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Face your pockets


Gostei da ideia.
Gosto deste tipo de imagens.
Nunca imaginei conseguir mostrar todo o conteúdo da minha mala num ecran de scan..
Cá está ele!

via noussnouss
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Art of Domesticy

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Gelly hands ~ 21 meses






Acorda-me com beijinhos e chama repetidamente por mim porque não gosta de sair da cama sem mim.


Gosta de ver o pocoyo. Senta-se no sofá, como o pai se senta, e vê dois episódios inteirinhos.




Já come sozinha a comida sólida de colher, ora com a esquerda, ora com a direita. A gelatina é mesmo à mão.




Não gosta de andar calçada nem com sapatos nem com meias. E sempre que vamos de carro a algum lado, chega ao destino completamente descalça.



Não gosta de nos ver abraçados, tem ciúmes do pai.




Trepa tudo, bancos, mesas mas principalmente gosta de nos trepar.




Faz birras para tudo o que lhe é negado e mais alguma coisa. E ultimamente sair à rua com ela é um desafio para nós e uma aventura para ela.
















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jindungo, maguita-tuá-tuá, ndongo, nedungo e piripíri


Este é a aquisição mais nova cá da casa apresento-vos a capsicum frutescens.

Primeiro foi a aloé vera que já vai nos seus 4 anos, sensívelmente. Depois adoptei a salsa e a hortelã. E por fim decidi ter malaguetas!

A intenção é ter em casa (quase)todas as ervas e especiarias bem fresquinhas. Fica mais económico, é mais divertido, porque somos nós que cuidamos delas, são livres de quaisquer químicos e estão sempre à mão.
E o mais engraçado é que não vou à procura de nada. Há sempre alguém que tem no seu jardim plantado qualquer coisa que desperta-me o desejo de o levar para casa.

Mas verdade seja dita que não sou grande jardineira. A avaliar pela aloé - que apresentava-se amarela nas pontas como que queimada e verde clara, demasiado clara - que para perceber que a aloé precisava de estar dentro de casa e que eu a regava em demasia, foi preciso um par de anos.

Já a salsa tive que ser mais atenta e rigorosa pois é bastante mais susceptível que uma aloé. Ainda sobrevive, com algumas folhas verdes mas não percebo porque é que ficou assim tão amarela de repente (alguem?).

A hortelã nem pegou :(

Quanto ao meu novo pé acabadinho de plantar espero que vingue apesar de terem-me avisado logo que o mais provavel era morrer.

Qualquer das maneiras vou enterrar as malaguetas, como me disseram para fazer, e se este pé não pegar é só esperar mais uns... 2 anos!


Se alguém por aí for mais entendido que eu nestas matérias faça o favor de se pronunciar.

Todas as dicas são bem-vindas.