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Moulage


Gosto muito de teoria, gosto da lógica das coisas, de saber. Para além disso gosto de ver à minha frente a concretização das ideias. Que de tão mirabolantes, por vezes, parecem-me impossíveis.
E para combater todo esses senões que tal uma mãozinha de quem sabe?

Para já ando com as mãos na massa e isso agrada-me muito mesmo que seja só para traduzir (por enquanto) o classicismo.
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Infantário


Depois de muito ponderar, algum receio e algum inevitável sentimento de culpa decidimos que seria melhor, para ela e para nós,tentarmos o infantário de novo mas desta vez os critérios foram bem mais rigorosos.

Embora a "cara" não seja realmente um ponto prioritário fico contente por ter um aspecto moderno, alegre e criativo como em nenhum infantário vi. O facto de nos relatarem o dia dela, inclusive, o que ela comeu ou não é um ponto evidente.
E o resultado está à vista: engordou, vem contente, cansada e até trás desenhos para casa.

Custa um bocadinho no bolso, no coração também, mas ela merece e eu também!
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Suecos versus Portugueses


De rumo à loja sueca porque gostamos do design e do preço mas também porque adiamos demasiado este mal menor.
Ver mobília e afins com um olho nela e outro nos acabamentos e nos preços foi uma verdadeira odisseia.

Ao fim de 2 dias estava cansada e desejosa de ver tudo montado mas um pouco desiludida. Realmente a qualidade é muito fraca e alguns preços, a meu ver, não se justificam.

Para juntar ao conjunto, somos nós que montamos e transportamos tudo.
Há a possibilidade de alugar uma carrinha ou pagar o serviço de entrega que por sua vez é facturado conforme a quantia da compra: acima dos 300 euros encarece(?!)


Vamos fazer o teste com o que ainda falta. Com desenho,encomenda e a entrega. A ver o que dá.


Já na loja de comida, perco-me... bolachas, chocolates, tartes e doces .. nada demasiado doce, tudo q.b. até no preço :)
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xapatus



Não era grande fã de sapatos de plástico pelo facto de serem exactamente isso: de plástico. O que deixa muito a desejar ao conforto e saúde dos nossos pés.

No entanto, a julgar pela quantidade de sapatos de plástico que tenho vindo a adquirir nos últimos tempos, parece-me que sou uma verdadeira viciada.
Desta vez perdi a cabeça. Uns para ela e outros para mim. Crocs, para fazer jus ao verdadeiro vicio!



O que me convenceu foi o facto de serem feitos de uma resina especial e terem uma construção especifica para o pé respirar quando estamos em movimento. Adaptam-se ao pé com o uso ,de tal maneira, que parecem uma segunda pele. E são muito confortáveis.




Outro vicio é a Msk que teve a brilhante ideia de criar um wizard para formatar os bocadinhos das nossas vidas directamente para as nossas moleskines... E os desenhos? Uma verdadeira inspiração.
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Despir a camisola





Se houve um tempo para vestir agora é a altura para despir.
Não por minha opção expressa. E ainda não decidi se me agrada ou não.
Aliviada sim e um pouco preocupada com o que vem.

Se há uma coisa que nestes últimos tempos, aprendi, é que por vezes quando não conseguimos tomar a decisão, a vida toma-a por nós, para que nos seja possibilitado aquilo que não conseguimos concretizar mas que desejamos arduamente.


A vida tem coisas destas.



Foto de tirada daqui e trabalho de Hijirik k. Shepherd.
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Caldo de galinha

Senti-me inspirada para cozinhar e no fim do dia estava de rastos.


Habituada a sopas expresso de 15m decidi perder tempo a prepara um caldo de galinha de 3h. Só pelo prazer de me dedicar à coisa e pelo facto de ser uma boa alternativa aos cubos de galinha.


Depois do caldo ainda veio a canja para nós. E uma sopa para ela. Do que sobrou dividi por frascos e recipientes e congelei.


As receitas foi um mix entre Pantagruel, Jamie Oliver e do stock disponível:



Caldo de galinha



meio frango

2,5 litros de água

4 alhos com casca

2 cebolas

2 cenouras

1 folha de louro

salsa, hortelã e alecrim qb.

pimenta preta



Juntar todos os ingredientes num tacho fundo com a água.

Ao levantar fervura baixar para lume brando e deixar cozer tapado durante 2 a 3 horas, retirando a espuma, sempre que for preciso.

No fim é só coar o caldo reservar e guardar no frigorífico ou congelador.




Congelador = 3 meses

Frigorífico = 3 a 4 dias







nota: não esquecer de reservar o caldo para remover a capa de gordura que se forma depois de arrefecer.


nota1: juntar o aipo à receita porque parece-me ser o ingrediente que falta para a perfeição.

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Aquisições de estante



Da proximidade dos livros, a que me vejo tentada a cada esquina (e desde do Natal) que os livros cá por casa aumentaram. Não só por necessidade, mas essencialmente, por gosto.


O livro de Pantagruel é a bíblia sagrada da gastronomia.
Um livro que já vai para além da 60ª edição e que apesar de adaptada, preserva além das receitas tradicionais (não só) portuguesas , ilustrações, os métodos, conselhos e dicas tanto culinários como outros afins.

Remete-me imediatamente para uma época remota.



Do Jamie Oliver sou mais apologista do programa mas como sou uma esquecida e não consigo tirar apontamentos enquanto estou a ver o programa decidi comprar um dos livros dele.

Escolhi, entre os únicos 3 livros publicados em Portugal, o mais recente com mais receitas vegetarianas, de fácil e rápida confecção: Jamie Oliver regressa à cozinha



O livro da criança é uma espécie de manual de instruções a todos os níveis da vida de um ser humano desde o 1º ano de vida aos 5 anos. Isto envolve o temperamento, sono, linguagem, tempos livres agressividade, acidentes, saúde, higiene e por ai fora..
Mas acima de tudo fala não com a verdade absoluta e sim como um conselheiro e apresenta uma visão bastante inovadora numa linguagem perfeitamente clara e não limitativa.
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Greve tecnologica

As coisas aqui andam feias.

Horários malucos de trabalho e uma pitada de falta de net.
Para complementar, o pc que utilizo decidiu fazer greve com um valente "piii" . E a maquina fotográfica segue-lhe as pisadas.


Isto tudo dá no que se vê: a abundância de posts e alguém muito frustrado.

Vou ali meditar e já venho!


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Auto-retrato



Quem sabe se daqui uns tempos terei momentos para me sentar ao estirador e puxar da criatividade.
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She...


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Pai e Pai

Neste momento existem dois pais na minha vida.


A prenda, para o pai dela, foi para ele e para ela.


Escrita por uma das mais acarinhadas professoras que tive onde as aulas eram vividas com intensidade.


As ilustrações são de Carla Nazareth.



Perfeito seria tê-lo oferecido a meu pai também.
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Enxatema k?

A atingir uns astronómicos 39º C de febre e 38 e picos com medicação, decidi ficar com ela em casa.

O médico não sabe dizer o que é em concreto: "Resta esperar e ver se a febre passa"
. Não fiquei muito convencida..

Sintomas:

Febre alta

Garganta inflamada

Manchas vermelhas e quentes nas pernas, braços e bochechas


Pesquisei.

O que encontrei foi isto.

O que não me convence é que, aqui em casa não somos nem nunca fomos, portadores de nenhum vírus desta família e ela não está em nenhum infantário...

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Serralves



Decidimos ir ao Museu de Serralves, com ela, pela primeira vez.

Metade da exposição de Serralves estava fechada ao publico , ainda por montar.
Mas, em compensação, fiquei deslumbrada com esta pequena exposição "Do Mickey a Andy Wharhool" sobre a criação, por artistas, de livros infantis.


Os livros estão expostos para manipulação livre de todos, inclusive e especialmente, para as crianças.


Foi difícil estar focada na exposição, com ela a cirandar por todo o lado. Valeu-me a maquina fotográfica.

Ficou uma certeza, esta era a mini-biblioteca que imaginei para ela.

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Leituras dela



Presto mais atenção aos livros infantis do que antes. Aprecio as ilustrações e algumas histórias mas mesmo assim fico um pouco desiludida com a pouca oferta criativa do mercado de livros infantis em Portugal.



A minha intenção será constituir uma mini-biblioteca mas ao fim de um tempo percebi que ainda era cedo.



Decidi então dividir os livros em 2 grupos:




  • Os de capa dura com imagens simples e pouco palavreado que se podem "comer" (na hora da refeição e não só). Estes são os predominantes.


  • E os outros (dois), um pouco mais consistentes nas historias, que ficaram guardados para mais tarde, quando ela perder a vontade insaciável de querer rasgar, comer e riscar tudo.




O primeiro é alusivo ao Natal. De formato grande e tem a particularidade de apresentar purpurinas e muito relevo trabalhado sobre os desenhos.




O outro que pretendia ritualizar a hora de dormir dela, revelou-se desastroso. As ilustrações são lindas, a historia simples, a minha intenção é que ficou aquém. Não só pelo facto de ela ficar ainda mais excitada com a novidade, como pelo facto de perder toda a vontade de lhe ler um livro, quando ela demora mais de45 minutos, só a adormecer.
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Life Code:


Ultimamente esta mesma mensagem tem predominado em grande e com aviso sonoro para eu não ter hipótese de ignorar.

Primeiro a aparelhagem, depois foi a vez da maquina de lavar loiça, um dos carros recusou-se a voltar a trabalhar e o outro ficou sem bateria por duas vezes..

Agora chegou a vez do rádio do carro. Depois de ter vindo de arranjar e como a energia foi desligada é preciso inserir o código de segurança..


Enquanto não resolvo a situação vou em silencio e venho em silêncio.


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Consciência


...ao fim da tarde.
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Desenvolvimento sustentável



No outro dia fui ao supermercado e deparei-me com este poster.
Estão a oferecer os sacos reutilizáveis consoante o valor de compras.
Esta iniciativa marcou muitos pontos na minha opinião do dito supermercado.
Isto sim, começa mesmo a parecer uma empresa a apostar no desenvolvimento económico, social e protecção ambiental.

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Ontem..























..depois de uma grande luta contra nós e rastas decidi tratar do assunto ,apesar de, nem ela nem o vento terem ajudado.
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Para ela já foi Primavera e já é Verão.
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Redemption time



Uma das primeiras coisas que faço, mal esteja de folga, é cozinhar. Como gosto de cozinhar sem pressão de timings esta é a altura certa.


Faço-o não só para ela (congelando pequenas doses para vários dias) como para nós (grandes quantidades para servirem uma próxima refeição) de maneira a que durante a semana pouco tenha de preparar.




Esta folga portei-me mal.
Cozinhei pouco para nós e prevejo uma semana dolorosa.



Então para redimir fiz um cheesecake prometido a algum tempo que fiz hoje a pensar nele..





Esta não é a receita original de cheesecake mas é deliciosa e ultra-rápido em comparação com a receita original aqui saltam-se passos com a adição do leite condensado.







1 lata de leite condensado (usei ligth)


1 queijo fresco médio (tb pode ser feito com tofu)


4 folhas de gelatina (usei 4 c. de sp. de agar-agar)


2 embalagens de natas (usei as de soja)


1/2 pacote de bolachas maria


compota de framboesa ou morango





Bati as natas e reservei.


Desfiz o queijo e juntei o leite condensado.


Fervi um copo de agua juntar 4 colheres de sopa de agar-agar (se usarem as folhas usem a mesma quantidade de agua) baixar o lume e mexer até estar pronto.


Juntei à mistura do leite condensado e por fim misturei também as natas.





base





Desfiz as bolachas e misturei com 2 colheres de manteiga derretida.


Forrei uma forma com papel de alumínio porque é um forma de base amovível e se não o fizer (como não fiz da primeira x) o que acontece é que ao deitar a mistura liquida do cheesecake ele vai verter pelas junções.
Cobri o fundo com a bolacha e meti no forno a tostar durante 10 m.


Verti o preparado do cheesecake sobre a bolacha.


Meti no frigorífico e não o retirei antes de 12 horas para solidificar totalmente.


Por fim cobri com compota de framboesa e desenformei.



A foto fica para a próxima que a maquina não tem carga e o cheesecake ainda está na fase de solidificação.