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Lixo de uns, tesouros d'outros!


Casa do lixo é o nome que se dá a uma divisão própria para o lixo dos condominos do prédio em que vivemos.


Ultimamente, sempre que vou pôr o lixo, dou de caras com itens encostados às paredes que me fazem parar por uns segundos fixando, ainda meia preplexa, com o que os outros deitam ao lixo.


No meu conceito de lixo é tudo que ou está mesmo estragado ou que acabou o seu tempo de vida.


Tudo o resto que já não me serve ou que me queira desfazer, dou, passo ou vendo.


Este mês cada ida à casa do lixo fazia as minhas maravilhas. Aliás já dou por mim ansiosa que o lixo fique cheio para poder ir lá abaixo averiguar a situação.


Ora pela minha dedução, são coisas que os estudantes deitam fora porque vão embora ou vão mudar de casa. E no nosso prédio ainda vivem alguns estudantes.


Desde daí, que, temos uma estante nova para a tv, uma arca enorme e uma cadeirinha de bebé para a bicicleta. Tudo em quase bom estado não fosse o seu uso. Esta última veio mesmo a calhar, porque já andavamos a falar nela desde de que engravidei. Agora já só faltam as biclas ;)


O que eu não entendo é o consumismo absurdo destas pessoas. Usar e deitar fora. Já não gostam da mobília, da cor ou do feitio, querem comprar novo, diferente e na moda, então há que arranjar espaço.


Também gosto de ter coisas novas e bonitas mas também posso usar a imaginação e reusar metade do que vou deitar fora para outros fins e reciclar a outra metade. Isto tudo sem gastar nem 1/3 do orçamento que gastaria em coisas totalmente novas.


Além disso como foi algo que surgiu da minha cabeça e se realizou das minhas mãos tem outra essência, não é assim?


E nem preciso de referir no bem que fariamos ao ambiente, pois não?
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Face your pockets


Gostei da ideia.
Gosto deste tipo de imagens.
Nunca imaginei conseguir mostrar todo o conteúdo da minha mala num ecran de scan..
Cá está ele!

via noussnouss
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Art of Domesticy

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Gelly hands ~ 21 meses






Acorda-me com beijinhos e chama repetidamente por mim porque não gosta de sair da cama sem mim.


Gosta de ver o pocoyo. Senta-se no sofá, como o pai se senta, e vê dois episódios inteirinhos.




Já come sozinha a comida sólida de colher, ora com a esquerda, ora com a direita. A gelatina é mesmo à mão.




Não gosta de andar calçada nem com sapatos nem com meias. E sempre que vamos de carro a algum lado, chega ao destino completamente descalça.



Não gosta de nos ver abraçados, tem ciúmes do pai.




Trepa tudo, bancos, mesas mas principalmente gosta de nos trepar.




Faz birras para tudo o que lhe é negado e mais alguma coisa. E ultimamente sair à rua com ela é um desafio para nós e uma aventura para ela.
















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jindungo, maguita-tuá-tuá, ndongo, nedungo e piripíri


Este é a aquisição mais nova cá da casa apresento-vos a capsicum frutescens.

Primeiro foi a aloé vera que já vai nos seus 4 anos, sensívelmente. Depois adoptei a salsa e a hortelã. E por fim decidi ter malaguetas!

A intenção é ter em casa (quase)todas as ervas e especiarias bem fresquinhas. Fica mais económico, é mais divertido, porque somos nós que cuidamos delas, são livres de quaisquer químicos e estão sempre à mão.
E o mais engraçado é que não vou à procura de nada. Há sempre alguém que tem no seu jardim plantado qualquer coisa que desperta-me o desejo de o levar para casa.

Mas verdade seja dita que não sou grande jardineira. A avaliar pela aloé - que apresentava-se amarela nas pontas como que queimada e verde clara, demasiado clara - que para perceber que a aloé precisava de estar dentro de casa e que eu a regava em demasia, foi preciso um par de anos.

Já a salsa tive que ser mais atenta e rigorosa pois é bastante mais susceptível que uma aloé. Ainda sobrevive, com algumas folhas verdes mas não percebo porque é que ficou assim tão amarela de repente (alguem?).

A hortelã nem pegou :(

Quanto ao meu novo pé acabadinho de plantar espero que vingue apesar de terem-me avisado logo que o mais provavel era morrer.

Qualquer das maneiras vou enterrar as malaguetas, como me disseram para fazer, e se este pé não pegar é só esperar mais uns... 2 anos!


Se alguém por aí for mais entendido que eu nestas matérias faça o favor de se pronunciar.

Todas as dicas são bem-vindas.




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Fim de semana??

Este é o 1º dia de descanso após 22 dias de trabalho. Sem fins de semanas ou folgas. E só agora me dei conta disso mesmo depois de fazer contas... foram 22 dias!


Pelo menos vamos conseguir fazer face a algumas despesas.


Agora falta:

Arrumar a casa toda. Dar-lhe um pouco mais de atenção. E dedicar-me, com mais tempo, ao meu novo atelier.


Pois a minha "segunda", começa na sexta.


Ah! E já agora gostaria de esclarecer 2 coisas:
1º o meu trabalho fora de casa não tem nada haver com o que estudei ou tenciono fazer.. é meramente um biscate muito necessario nesta etapa das nossas vidas.
2º O atlelier que estou a montar é mesmo cá em casa é vai funcionar nos meus tempos livres.
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Face lift

Apeteceu-me mudar. Cansei do preto.
Talvez seja influência do Verão.
Se eu tivesse os conhecimentos necessários a mudança, aí sim, seria radical.
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Do verão..












...e das pequeninas férias que vamos tirando.



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Não estou de férias..


...bem pelo contrário. Tenho mais trabalho do que nos meses anteriores.


E não me queixo.


Com menos dois salários a entrar não resta muita alternativa.


Os horários não coincidem com os dele e tenho passado mais tempo a descansar para conseguir cuidar dela e repôr as horas de sono.
Com isso também o tempo tem sido escasso para os meus projectos, blog ou afins.


A boa novidade é que finalmente consegui montar o meu atelier em casa.


Para já a disposição dos móveis está defenida, com mais um acerto ou outro. Falta arrumar tudo nos devidos lugares, organizar materiais e ter tudo à mão.


E o melhor de tudo é que consegui-o sem ter de comprar nada. Reaproveitei os móveis desirmanados, juntei-os todos e voilá: muito espaço para arrumação.


O resto, a decoração, vem depois. Com o tempo. Ideias não faltam.


O meu objectivo é ter um espaço funcional e mínimamente agradável para poder trabalhar com espaço físico e psicológico. Nos espaços em que ela me concede e num lugar em que possa deixar tudo como deixei, seguro dela e pronto para mim.
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Humpff!!...

Temos uma infestação de traças.


Nascem por todo lado. Pareciam sair principalmente da despensa.


Lá fui eu armada em salvadora da pátria. De pano na mão puxei tudo o que tinha na despensa para fora. Limpei tudo. Deitei muita coisa fora.


A seguir de Raid (passo a publicidade) na mão, tanto dei ao gatilho, num acto misto de desespero e fúria, que quase que iliminava era a mim.


Da despensa já não sai nenhuma. Mas elas continuam a aparecer como magia. Triunfantes sobre o tecto banco.


E eu feita caçadora de vampiros (leia-se Buffy) de cabo de vassoura na mão quase que liberto um riso maquiavélico quando ouiço o leve esborrachar do cabo da vassoura contra parede...
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Pocoyo




Não sou muito apologista de os miúdos da idade da O. verem muita tv.

Ela vai vendo alguma tv, mais do que gostaria. Mas a verdade é que é um excelente aliada na hora das refeições e em geral são os dois únicos momentos do dia em que ela vê tv. Fora alguns momentos breves em que a tv está ligada e algo lhe chama a atenção mas logo perde o interesse.



Quando estava grávida lembro-me de prestar muita atenção aos conteúdos televisivos. Lembro-me de ver o Pocoyo
e pensar que quando ela começasse a ver tv seria este desenho animado. O eleito.



Claro que não foi bem isto que aconteceu. Ela já vê tv e não é o Pocoyo.

E apesar de na caixa do dvd dizer maiores de 4 anos já lhe compramos 2 dvds.

Já que se emanecipou que seja a ver algo em que aprenda.



O Pocoyo é um desenho animado espanhol criado para crianças em idade pré-escolar.

O nome da animação surgiu inocentemente da filha de um dos criadores.

A figura e postura de Pocoyo é muito similar a de uma criança. Dou por mim muitas vezes a confundir as suas atitudes com as da O.

Os seus amiguinhos embora sejam todos animais tem características muito distintas e associadas a humanos, execpto a cadela que representa de facto um animal de estimação.

A animação tem um cenário simples mas cativante. De modo a prender a atenção da criança para o que se vai aprender.

Os dvds tem episódios de 6 minutos. O que é óptimo porque prende a criança sem cansar e porque os próprios pais podem gerir a quantidade de episódios a serem visualizados consoante a capacidade de concentração da criança.



Sim sou uma fã incondicional do Pocoyo. Derreto-me toda com a personagem e adoro o estilo que conferiram à animação.

A mim também me prende a atenção... :D
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20 meses







Tem mais energia do que era de supor num ser tão pequenino.




Faz mais birras do que alguma vez imaginei.




Últimamente tem sido muito desgastante.




Continua a ser o meu anjo.




Novas palavras:




Avó




Papá


não quero


"tá " = estou (ao telefone)







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Pic a nic..








No Domingo combinamos finalmente o tal ansiado picnic.


Juntamos amigos, duas cozinheiras, praia (acabou por ser uma piscina no meio do campo) e campo num só tacho.




Saimos em direcção a Monção.


Procuramos Boivão - uma aldeiazinha pequena onde as mulheres ainda se vestem de preto de luto ao marido. E onde ao pé da igreja existe uma pequena piscina de uso comunitário rodeada de vales, pinhais, vindimas e uma pequenina cachoeira.




Enquanto esperavamos os amigos que já lá estavam não resistimos à piscina.






Para o picnic foi só sair da piscina e montar o arraial ali ao lado!


A ementa foi esta:
Sumo de Manga
Quiche de Vegetais
Almondegas de Lentilhas
Pasteis de soja com Camarão
Pasteis de soja com Salmão
Bolinhos de Amêndoa
Bolo de Café com Côcô
Bolo de Laranja com cobertura de Morango.

Ainda tinhamos fruta e uma salada... mas a salada foi esquecida (por moi) e a fruta não chegou a tempo das barrigas vazias.



Apesar da correria que exigiu de nós cozinheiras e de os nossos amigos terem que partir mais cedo que o esperado, da O. ainda ser pequenina demais para correr por ali fora sozinha e ainda ter de correr atrás dela... valeu bem a pena.




Cheguamos a casa cansados como nunca mas recarregados.


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Areia!





Ainda das fotos aprisionadas.

Uma praia deserta. Praia de pescadores. Ainda da vila. Ainda cheia de natureza. Como eu gosto.

Naquele dia estava muito vento. Ela gosta de vento mas agora também gosta de areia.

Eu gostei do vestido da senhora coxa que apanhava coisas da areia molhada.
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Médicos, animadores ou voluntários?




A máquina ficou sem bateria e eu com menos tempo do que o costume.

Para completar, nos dias de folga, fizemos praia longe de casa.

Mas aqui estou eu a libertar as fotos aprisionadas.





No outro dia (já há muitos dias) fomos com a O. ao médico. Consulta de rotina.



Cenas do costume: a pressa, a espera infindável, o desconforto dos sítios assépticos e a antípatia dos funcinários incompetentes.




Ora depois de me ter chateado com a funcionária da recepção, que não tinha a menor paciência e que despachava os doentes como peças em linha de montagem. Depois de um considerável compasso de espera na sala de espera escura iluminada com luz de fabrica, eis que surge pela sala dentro um grupo de médicos (seriam?). Vestidos de batas a cantar de viola em punho e munidos com um carrinho apetrechado de instrumentos esquesitos.




Fiquei rendida. Não conseguia relaxar os lábios contraidos de tanto sorrir.


Carregados de boa energia passeavam-se pela sala interargindo com os doentes e acompanhantes.
Puxavam de instrumentos "musicais" feitos por eles. E alguns falavam numa língua estranha por um tubo com um funil.




As crianças queriam pegar em tudo, ver e ouvir tudo.

Ela nem lhes ligou. Estava fascinada com a casa de bonecas.
Mas a mim soube-me muito bem.


Seriam os medicos de nariz vermelho? e onde está o nariz??


Quando seguiram viagem só tive vontade de ir com eles a cantar pelo hospital fora..
Qualquer das maneiras sai de lá muito mais calma e descontraída. A sorrir.

E apesar de as fotos não fazeres jus ao momento não queria deixar de partilhar esta boa ideia que a meu ver deveria ser implantada (esta e muitas outras) em todos os hospitais e centros de saúde e especialmente direccionada para crianças.
Uma boa maneira de a criança não fazer um drama da ida ao médico e de trazer cultura para mais perto de nós.
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Pequenas grandes maravilhas...





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19 meses



Não pára de correr, trepar e subir (escadas). Ainda não trepa arvores mas trepa bancos e dos bancos trepa para os parapeitos.


Aprendeu a imitar tudo o que fazemos.

E consequentemente, de sempre ir connosco à casa de banho: puxa as calças para baixo, senta-se no penico e limpa-se... só falta é fazer o que se tem que fazer ;)


O seu vocabulário, ainda pequenino, desenvolveu-se muito bem:




Olá


Mamã


Au au/cão


Acabou


Pão




Não prescinde do seu abraço e beijos e muitos muitos miminhos no colinho...

Eu também não.
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Sabor a férias..




Vem aí um fim-de-semana prolongado..


Umas mini férias, já que este ano não se preveem férias no horizonte, nem para mim nem para ele.


Assim aproveitamos todos os momentos para estarmos juntos, passear, apanhar sol, convidar amigos.. tudo a low cost.


Mesmo que o passear seja alí abaixo ao jardim e o apanhar sol seja na esplanda mais próxima, por vezes são estes os melhores momentos.
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:)---





Voltei mesmo a tempo para poder ouvir pela primeira vez "mamã"..


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Vai uma fatia?


Bolo de laranja e limão

Bolo de laranja






Não sou muito apreciadora de laranjas mas a par de uma encomenda e para dar vazão à quantidade de laranjas caseiras que me foram oferecidas decidi fazer 2 bolos de laranja.




Um ficou com uma consistência bem molhada, género torta demasiado pequeno e a faltar um pouquinho de açucar.
Para repetir mas acertar na dosagem de açucar e dobrar as quantidades.



O outro não provei mas fiquei com água na boca assim que o puxei do forno.







Este fim de semana Serralves está em festa. Para quem está ou pensa vir ao Porto não deixem de lá passar.






Bom fim-de-semana.




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Bom dia!



Deixei o emprego diurno voltei "oficialmente" para casa para estar com ela. E "oficialmente" estou de novo conectada ao mundo cybernético. Já temos net e já tenho mais tempo.
Estou cheia de ideias e cheia de vontade de trabalhar para mim e apesar de estar em casa, que puxa para dormir mais um bocadinho, e de ela ter ciúmes de tudo o que lhe tire a minha atenção, tento ser mais disciplinada e aproveitar todo o tempo minuciosamente.

Por isso gosto de acordar cedo. Ver a luz da manhã que possui uma energia diferente da do resto do dia. Parece que fico mais activa mais eficiente e mais bem disposta.
Além disso realizar que nada fiz dos projectos que tenho em mente deixa-me frustrada.

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Aos 29..


Junta-se mais um aos outros todos que já se tem. As pessoas que mais se ama à nossa volta. As flores que se tornaram um presente-ritual da mãe. Muita alegria e saudade. E o desejo do melhor.




Sabe sempre a pouco..

Os anos, esses, sabem sempre cada vez a mais.



Ali em baixo um post esquecido.


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( |||||| )

Chove, chove, chove, chove... chove dentro da minha cabeça!
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18 meses


Este últimos tempos têem sido difíceis para ela.

A rotina diária dela mudou. Tem sido uma época de adaptação.. Para nós também.

Acordamos a horas matutinas e chegamos exautos e sem muita disposição para grandes alaridos.



(Entretanto ela vai crescendo)



Ainda não fala mas expressa-se muito bem.

Começou a ter vergonha de estranhos.

Já começa a pegar na colher para comer sozinha.

Gosta de se sentar connosco à mesa e comer do nosso prato.

Passou a ter um novo fascínio: a máquina de lavar loiça.

E aprendeu a abrir fechos-eclairs.
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Um amor perfeito.. dois amores perfeitos








A minha paixão por sapatos cresce. Pelo plástico também



Nem sou muito adepta do sintetíco.Mas este sintetíco funde-se como uma segunda pele.



Gosto dessa sensação e estou ansiosa para que o calor venha para instalar os meus pés neles.






Ela também tem uns sapatinhos novos.
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Tunuka

Uma versão do meu "pequeno-almoço" a caminho do trabalho.

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Workaolic?

Chego a trabalhar 13 a 14 horas por dia. Tirando a lida da casa e o cuidar dela.
Não todos os dias. Também acho que não aguentava..
Este fim-de-semana fui dispensada. 2 dias e 3 noites só para mim. Tanto tempo e eu sem saber o que fazer com ele..
Fiquei perdida..
Será isto o que se chama uma workaolic?
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Poemas no metro




Enquanto vou e venho do trabalho deparo-me com poemas em sítios improváveis.

Fico contente de ter voltado para o Porto.
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Ainda do 25 de Abril..


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Mais um..


Este tempo que tenho estado ausente deve-se ao facto de andar a coleccionar empregos.
Com mais um para a colecção mas menos tempo, mais stress e (parece-me) menos dinheiro.
O ambiente é do piorio. As condições idem aspas. O ordenado é à comissão.. no entanto tenho a flexibilidade de horário o que me dá para conjugar os trabalhos e organizar-me conforme o cansaço.
Além disso encontrei uma mãe na mesma situção e com uma boa presença de espírito.
E quando no outro dia cheguei lá tinha este post-it colado bem em frente dela...
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Self-portrait


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Antes e depois











Finalmente o que tinha pensado aqui começou a materializar-se.
É apenas uma de muitas coisas que pensei em (re)fazer.







Arranquei o papel velho e colei o papel novo...









Andei a namorar o papel durante meses.









E aqui está a minha agradável mesa de picnic :)
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Maçã- canela


Não gosto muito de admitir mas por vezes em stress a coisa sai-me melhor.

Esta foi uma encomenda do fim-de-semana passado.


Bolo de maçã-canela.


Foi a primeira vez que o fiz. Tinha pouco tempo e várias encomendas.


Enquanto os bolinhos de chocolate-banana estavam no forno a ganhar forma decidi que aquela maçã estava muito sozinha na fruteira e que a canela tem tido pouco uso.. et voilá!


A necessidade faz o engenho.


Foi pena não poder exprimentar mas pelo cheiro resultou muito bem.


Agora falta-me o feedback a quem foi oferecido o bolo.
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16 meses


De personalidade bem vincada com seu ar de independente sabe bem o que quer e nada a demove.



Promove birras até à exautão. Adora desafiar o não. Aliás começo a achar que tem sido o seu passatempo favorito.



Socialmente, apesar de não frequentar nenhuma creche ou infantário, é ela que toma sempre a iniciativa de ir ter com outras crianças quando ocasionalmente as encontramos na rua.






Tem ciúmes do pai quando abraça a mãe.

E não nos pode ver ao cpu que exige a nossa atenção exclusiva.



Já vê tv. Dança ao som dos anúncios. Adora o anúncio do "eu vi um sapo" em que não se vê sapo nenhum.



Continua a preferir os utensílios de cozinha aos brinquedos.

Mas se deixo a porta do escritório aberta por esquecimento é capaz de lá ir tirar os livros todos das estantes e vir triunfantemente com (sempre o mesmo) "Al Berto" na mão para mo entregar.






Tem passado mais tempo na avó.

Se por um lado me tira um pouco de peso dos ombros a verdade é que agora, a trabalhar, o tempo tem sido menos passado com ela.

Mais a trabalhar e a descansar.




















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eu


A i wanna be loved by...me deixou-me este desafio. Que apesar de eu não ser adepta a este tipo de coisas achei por bem não interromper a cadeia.

Por ela e por este post.
Às vezes um pouco de ligeireza também nos faz bem.




O desafio consiste em identificar 7 tópicos sobre a minha pessoa.
Aqui vão eles.





1. Adoro música.
Recentemente não tenho tido muito tempo para investigar, procurar ou sequer ouvir coisas novas.
Mas apesar de ter algumas bandas que gosto ouvir desde sempre, em geral, dá-me um prazer especial ouvir o que de mais novo se anda a fazer.
Se passar muito tempo sem música sou que nem flor sem sol. Murcho.



2. Adoro comer e cozinhar


Quando era pequenina a minha mãe conta que tinha de me tapar o nariz para eu abrir a boca.


Entretanto já fui vegetariana, macrobiótica e até vegan (por pouco tempo).


Agora sou um pouquinho de tudo mas sempre a puxar mais para os vegetais.
Dá-me muito prazer cozinhar para amigos carnívoros. Não lhes dizer o que estão a comer. E fim apurar as opniões e rematar com a ementa discriminada para espanto de muitos.

3. Sou apaixonada pelo ser humano


Independentemente de adorar estar com os amigos se há coisa que eu tenho facilidade é para conhecer pessoas nova com diferentes prespectivas de vida.


Sou capaz de estar uma noite inteira a discutir ideias. E ainda querer mais.

4. Ver um bom filme


Como também gosto de ver uma boa exposição. Ler um bom livro. Ir ao teatro.
Ver boa colecção de moda ou ver um bom anúncio publicitário.

Gosto de tudo que puxe pela veia da criatividade.


Absorvo tudo instataneamente.


Tenho particular gosto por tudo que seja abstracto ou fora dos parâmetros considerados normais.

5. Aprender coisas novas


Parar é morrer.

6.Também tenho defeitos


E muitos.
Sou teimosa, orgulhosa, vaidosa..

Por vezes revoltada.


Não gosto de admitir que erro.
E deixo muitos projectos a meio.

7. Gostava de ser mais..


Arriscada, altruista, confiante, paciente..


Mais fiel a mim e aos meus princípios.

E agora quem gosta deste tipo de desafios pode continuar a corrente se assim entender.








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Deixar de ser filha..

A semana toda de molho. E do molho nem ver.
Fiz tudo igual mas em camara lenta.
Aos comprimidos que sempre renunciei tive que dizer "Olá".
Dos mimos - regalia assegurada pelos doentes - nada.
Ainda divido os mimos dela com ele.
Sou mãe dela. E dele.
Resta-me ser minha mãe...
Amanhã também vou ser o pai.
..com comprimidos.
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De rastos..

Trabalhar. Trabalhar.
Esta semana mais que as outras.



Fiz uma lista de coisas por comprar.


Pela lógica a carteira fica mais pesada. Mas parece que não funciona assim.


Consegui trabalhar mais por ainda menos. Usual neste pais.


Isto se não contarmos com a febre de Sábado devido à mama empedrada resultando das noites consecutivas sem dar de mamar.


Depois de ter melhorado, vai que uma dor ao fundo das costa faz de mim inválida.

E louca durante a semana... Louca. Louca. Louca.


Resta-me babar-me em frente à tv para esquecer as dores.


Esperar que este vegetalísmo se transforme em algo de bom até ao fim-de-semana.


Quando for outra vez trabalhar.

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Um momento calmo


Antes de embarcar de novo no rodopio.
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Lista destes dias...

Médico da O. - Vacinação.



Tirar fotocópias.



Fazer o Requerimento



Refazer Cv adequado



Preparar estadia da O. na Vó



Visita de formalidade pelos anos do T.



Rever o requerimento com a S.



Janta


Trabalhar






Tentar descansar o minimo exigido pelo meu corpo.. já que a acabeça teima em continuar ligada.


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cooking - 15 meses


Entre o "corre-corre" da lida da casa, do cuidar dela, do part-time ainda comecei a cozinhar para fora.
Passo mais tempo na cozinha. No meio de bolos e massas. Enquanto ela ensaia as suas primeiras caminhadas.

Aos 15 meses já atravessa meia sala. E fica toda contente com o seu feito. Nós também. Sem necessidade de sapatos especiais ou brinquedos começou a andar, finalmente.

A novidade é que, agora que, descobriu que se pode alimentar exclusivamente de bolachas, decidiu que a sopa não faz falta nenhuma.

Temos de arranjar 1001 artimanhas para ela esquecer o que está a comer.

Por outro lado adora o meu arroz integral. Já exprimentou esparguete do qual ficou fã - além de um alimento é um brinquedo.

Continua a dormir connosco e resente-se do meu ritmo acelarado. Fica rabugenta e luta contra o sono.

Já eu luto contra o sono para ganhar umas horas extras. Conseguir cumprir com a lista a que me proponho mal acordo. E quase sempre deito-me com itens ainda por fazer da dita cuja.

Um desses itens é as peças para o pay it forward. Apesar de estarem practicamente finalizadas faltam uns retoques e uns promenores.
Espero acabar em breve.
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Em tempo de mudança

Estamos em casa. E sabe muito bem.
Estamos sem net e vou tentando actualizar o blog como posso. Entre amigos, cybers e cafés. Provavelmente sem grandes floreados e sem fotos.
Mas o tempo é pouco e o dinheiro cada vez mais a encurtar.
Já comecei o projecto Pay it forward entre o part-time que arranjei, o tempo que dedico à procura de outro emprego e o tempo que lhe dedico.
São tempos difíceis. As mudanças nem sempre são fáceis. Mas são sempre para nos trazerem coisas novas.
Para aprendermos e crescermos.