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Dou-me ao luxo de ir todos os domingos de manhã ao mercado.
Apesar de houver apenas uma banca já existe há cerca de 2 anos e já tem clientela fixa.
Os produtos biológicos são mais caros e isto verifica-se essencialmente nos supermercados e hipermercados onde os produtos estão embalados e com uma cara murcha.
Mas no mercado a diferença não é assim tanta, os produtos tem bom aspecto e a simpatia da senhora com sotaque (mexicano?) é simplesmente deliciosa.
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Estou habituada a ser pequenina, estranhamente pequenina. E quando me esqueço disso fazem-me o favor de me lembrar.
Hoje no consultório exclama a enfermeira despachada:
"Oh menina! Nem sei onde meter isto.. a menina é tão estreita!"
Olhei para as ventosas e retorqui com certa nostalgia:
"E já fui mais magra!"
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..tenho mãos à semelhanças dela que também vêem de uma forma muito subtil.
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"No momento em que alguém assume um compromisso definitivo consigo mesmo, a Providência também passa a agir. Começa a acontecer todo o tipo de coisas para ajudar esse alguém o que não aconteceria se esse compromisso não existisse. Uma torrente de eventos emana das decisões, favorecendo a pessoa com toda a espécie de encontros imprevistos e de ajuda material que homem nenhum poderia sonhar encontrar no seu caminho. Tudo o que você puder fazer ou sonhar você alcançará. Sendo assim, mãos à obra. A ousadia contém genialidade, poder e magia. Comece agora!"
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over 'n over 'n over again
domingo, 20 de setembro de 2009 Coisa de fita
Vi um trecho deste filme esta tarde num plasma enorme de um café de esquina.
Não contive o sorriso apalermado de orelha a orelha.
Fui transportada para a minha pré-adolescência num instante.
É a historia do príncipe e da princesa mas ao contrario. Ela é quem faz todo o salvamento.
Tenho de voltar a vê-lo, na integra. É um prazer único no fruto proibido.
Não contive o sorriso apalermado de orelha a orelha.
Fui transportada para a minha pré-adolescência num instante.
É a historia do príncipe e da princesa mas ao contrario. Ela é quem faz todo o salvamento.
Tenho de voltar a vê-lo, na integra. É um prazer único no fruto proibido.
Vila com coisas de cidade
domingo, 13 de setembro de 2009 ambiente, saúdeDou-me ao luxo de ir todos os domingos de manhã ao mercado.
Apesar de houver apenas uma banca já existe há cerca de 2 anos e já tem clientela fixa.
Os produtos biológicos são mais caros e isto verifica-se essencialmente nos supermercados e hipermercados onde os produtos estão embalados e com uma cara murcha.
Mas no mercado a diferença não é assim tanta, os produtos tem bom aspecto e a simpatia da senhora com sotaque (mexicano?) é simplesmente deliciosa.
Aqui
sábado, 12 de setembro de 2009 estórias, fotografiaInsegura
quinta-feira, 10 de setembro de 2009 elaElectrocardiograma
coisas de mulher
foto de Carla Camejo a uma ilustração de um restaurante macrobiótico.
Estou habituada a ser pequenina, estranhamente pequenina. E quando me esqueço disso fazem-me o favor de me lembrar.
Hoje no consultório exclama a enfermeira despachada:
"Oh menina! Nem sei onde meter isto.. a menina é tão estreita!"
Olhei para as ventosas e retorqui com certa nostalgia:
"E já fui mais magra!"
Pouco explícito ou implícito?
terça-feira, 8 de setembro de 2009 ambienteWhen i grow up
quinta-feira, 3 de setembro de 2009 música..tenho mãos à semelhanças dela que também vêem de uma forma muito subtil.
Alinhavo
segunda-feira, 31 de agosto de 2009 estados de humor
Ao chegar tivemos frio. Nuvens e chuva.
Traumatizante chegar a casa e ser recebida com num cenário assim.
Sinto falta do calor sufocante de outras paragens.
Aproveito a boa energia acumulada das férias para tentar dar uma volta ao caos já instalado cá em casa mas que com as féria tomou uma nova proporção.
Alinhar as agulhas para o que vem ai... portanto.
Traumatizante chegar a casa e ser recebida com num cenário assim.
Sinto falta do calor sufocante de outras paragens.
Aproveito a boa energia acumulada das férias para tentar dar uma volta ao caos já instalado cá em casa mas que com as féria tomou uma nova proporção.
Alinhar as agulhas para o que vem ai... portanto.
A aterrar...
domingo, 23 de agosto de 2009 amigos, lazer

Das ferias na praia nem uma foto.
Apesar de estamos de ferias a sensação que tive foi que nem ratos ainda metidos numa sociedade escravizada pelo trabalho... mas não, não pelo trabalho, e sim pelo escasso tempo que tinhamos para aproveitar uma praia que já foi minha na infância e grande parte da adolescência.
Quando me lembrei das fotos já era o ultimo dia. Pesquei a maquina no saco, que sagradamente vinha sempre para a praia, e quando a liguei acendeu a luz da bateria e foi abaixo sem me dar oportunidade de soltar um "ohhh".
Há ida e há vinda ainda paramos em Lisboa, onde sofri com o calor e destilei uns quilos mas matei as saudades.
Apesar de estamos de ferias a sensação que tive foi que nem ratos ainda metidos numa sociedade escravizada pelo trabalho... mas não, não pelo trabalho, e sim pelo escasso tempo que tinhamos para aproveitar uma praia que já foi minha na infância e grande parte da adolescência.
Quando me lembrei das fotos já era o ultimo dia. Pesquei a maquina no saco, que sagradamente vinha sempre para a praia, e quando a liguei acendeu a luz da bateria e foi abaixo sem me dar oportunidade de soltar um "ohhh".
Há ida e há vinda ainda paramos em Lisboa, onde sofri com o calor e destilei uns quilos mas matei as saudades.
Andanças de descontentamento
quinta-feira, 13 de agosto de 2009 coisas da vida


Costuma-se dizer que à 3ª é de vez e lá fomos de traquitanas aviadas para o andanças.
Em resumo, a historia reza da seguinte maneira:
Voluntariado foi para desistir ao fim de rever todas as hipóteses pois com turnos iguais não tínhamos quem ficasse com a O.
E atenção que este festival é para famílias mas para famílias com crianças maiores de 6 anos. Pois todas as crianças de idade inferior não tem condições ou infraestruturas para usufruir de um festival em segurança, para já não falar da vertente lúdica ou educativa.
Decidimos então encurtar nos dias de estadia (um bilhete por inteiro fica por 120 euros num festival que é feito essencialmente de voluntariado?!) .
Segunda-feira dispensamos, pois é meio dia e há pouco por onde escolher e no entanto cobram o mesmo preço de um bilhete diário (?!).
Mas atenção que é preciso pulseira para entrar no campismo.
Ou seja acampados desde sábado, por volta do meio dia de segunda-feira , depois de meia hora de espera na fila ao sol e com uma criança, informaram-nos que:
ou pagávamos um bilhete que não íamos usufruir para poder continuar no campismo
ou (como a menina Cláudia tão prestavelmente nos sugeriu) desmontarmos a tenda deslocarmos-nos para o parque campismo a 2 quilómetros dormindo lá e na terça (no dia seguinte) voltarmos a desmontar a tenda e voltarmos para comprar o bilhete para podermos voltar a montar a tenda novamente lá (... já referi que temos uma menina de idade inferior aos 3 anos??!).
Claro que não o fizemos mas também não compramos o bilhete para terça. E mais não preciso de referir.
Mas apesar desta má experiência nem tudo é mau:
O Campismo é dividido em geral e calmo (embora pouco respeitado no que diz respeito às horas).
Boas condições nos banheiros (com direito a agua quente em determinadas horas através de painel solar) e casas de banho (em constante limpeza).
Lavatórios em cada sector do campismo e uma mangueira que atravessa todo o campismo com uma saída com torneira pregada a uma árvore a meio de cada sector.
Zona de comer com mesas e cadeiras e zona para cozinhar (no chão em cima de uma palete ao lado das mesas e cadeiras).
Cantina com duas opções: vegetariana e normal.
Muitos caixotes de lixo e reciclagem.
A casa dos sonhos (espaço onde se pode deixar crianças das 9h à 12h30) tem a vantagem de a criança poder dormir em melhores condições e mais sossegada que no campismo, já que se trata de um infantário.
Por outro lado, apesar de ter bastantes voluntários (cerca de 7), tem uma lotação muito pequena o que não se justifica para um festival de tamanha envergadura e com um publico alvo de famílias.
Espremendo a coisa ainda fiz 2 workshops e aprendemos a dançar forró.
Vimos olivetree e os semente.
Assistimos a uma coreografia improvisada de percussão (segunda foto) onde não consegui fazê-lo no modo estático e que, quanto a mim, foi uma das coisas de que mais apreceei.
O jardim, para fazer tempo enquanto os workshops não começam é onde se junta muita gente em jam session e não só. É bastante agradável não só pela sua sombra mas também pela mistura cultural.
Em resumo, a historia reza da seguinte maneira:
Voluntariado foi para desistir ao fim de rever todas as hipóteses pois com turnos iguais não tínhamos quem ficasse com a O.
E atenção que este festival é para famílias mas para famílias com crianças maiores de 6 anos. Pois todas as crianças de idade inferior não tem condições ou infraestruturas para usufruir de um festival em segurança, para já não falar da vertente lúdica ou educativa.
Decidimos então encurtar nos dias de estadia (um bilhete por inteiro fica por 120 euros num festival que é feito essencialmente de voluntariado?!) .
Segunda-feira dispensamos, pois é meio dia e há pouco por onde escolher e no entanto cobram o mesmo preço de um bilhete diário (?!).
Mas atenção que é preciso pulseira para entrar no campismo.
Ou seja acampados desde sábado, por volta do meio dia de segunda-feira , depois de meia hora de espera na fila ao sol e com uma criança, informaram-nos que:
ou pagávamos um bilhete que não íamos usufruir para poder continuar no campismo
ou (como a menina Cláudia tão prestavelmente nos sugeriu) desmontarmos a tenda deslocarmos-nos para o parque campismo a 2 quilómetros dormindo lá e na terça (no dia seguinte) voltarmos a desmontar a tenda e voltarmos para comprar o bilhete para podermos voltar a montar a tenda novamente lá (... já referi que temos uma menina de idade inferior aos 3 anos??!).
Claro que não o fizemos mas também não compramos o bilhete para terça. E mais não preciso de referir.
Mas apesar desta má experiência nem tudo é mau:
O Campismo é dividido em geral e calmo (embora pouco respeitado no que diz respeito às horas).
Boas condições nos banheiros (com direito a agua quente em determinadas horas através de painel solar) e casas de banho (em constante limpeza).
Lavatórios em cada sector do campismo e uma mangueira que atravessa todo o campismo com uma saída com torneira pregada a uma árvore a meio de cada sector.
Zona de comer com mesas e cadeiras e zona para cozinhar (no chão em cima de uma palete ao lado das mesas e cadeiras).
Cantina com duas opções: vegetariana e normal.
Muitos caixotes de lixo e reciclagem.
A casa dos sonhos (espaço onde se pode deixar crianças das 9h à 12h30) tem a vantagem de a criança poder dormir em melhores condições e mais sossegada que no campismo, já que se trata de um infantário.
Por outro lado, apesar de ter bastantes voluntários (cerca de 7), tem uma lotação muito pequena o que não se justifica para um festival de tamanha envergadura e com um publico alvo de famílias.
Espremendo a coisa ainda fiz 2 workshops e aprendemos a dançar forró.
Vimos olivetree e os semente.
Assistimos a uma coreografia improvisada de percussão (segunda foto) onde não consegui fazê-lo no modo estático e que, quanto a mim, foi uma das coisas de que mais apreceei.
O jardim, para fazer tempo enquanto os workshops não começam é onde se junta muita gente em jam session e não só. É bastante agradável não só pela sua sombra mas também pela mistura cultural.
Apesar de tentar ignorar o negativo enquanto lá estive confesso que ao chegar a casa meditei sobre o assunto.Apercebi-me de como este festival me faz lembrar uma grande empresa com a sua bela fachada de "somos todos muito amigos e solidários". E só lamento não ter ido a este festival no inicio enquanto ainda mantinha a sua essência.
Já fomos de férias..
terça-feira, 11 de agosto de 2009 BlogA razão principal de tanto tédio por aqui foi o facto de já termos ido de férias, e de até lá, termos ficado sem net (para variar).
Entretanto já voltamos mas estamos na eminência de voltar a partir.
Espero ainda ter tempo para postar no entretanto.
Imagem da série: estudo para dois espaços, 1977, de Helena Almeida, artista contemporânea, Lisboa/ Portugal.
Entretanto já voltamos mas estamos na eminência de voltar a partir.
Espero ainda ter tempo para postar no entretanto.
Imagem da série: estudo para dois espaços, 1977, de Helena Almeida, artista contemporânea, Lisboa/ Portugal.
Nos entretantos..
quarta-feira, 22 de julho de 2009 coisas de artista, projectos
Esta foi (é) uma fase de silêncio, introspecção e de espera.
Mas, para a espera, o tempo acabou.
Dos meus sonhos dois passaram a projectos em eminente concretização.
Ora que venha mais um curso, uma licenciatura e um sonho finalmente realizado.
Mas, para a espera, o tempo acabou.
Dos meus sonhos dois passaram a projectos em eminente concretização.
Ora que venha mais um curso, uma licenciatura e um sonho finalmente realizado.
Porto
domingo, 28 de junho de 2009 livros, Porto
Nutro uma "amor" especial pela Biblioteca Almeida Garrett, e apesar de ter 3 bibliotecas pelo caminho, vale sempre a pena pela condições e o à vontade/familiaridade.
Noutro dia fui entregar os livros que tinha requisitado vinha com a intenção de trazer uns livros de costura.
Procurei no computador, tirei a cota mas não os encontrava em lado nenhum pedi ajuda ao funcionário que também não os encontrou e por fim foi ver mais uma vez ao computador onde verificou que estavam "extraviados".
Já prevendo o desfecho perguntei se havia alguma possibilidade de voltarem...(?!) ao que me responde, que provavelmente com aquela designação, já estariam há mais de um ano para serem entregues.
Conclusão: Alguém com muito interesse naqueles livros ficou com eles e não pretendia devolver pois são livros antigos repletos de tecnicas antigas. Que nos novos livros de costura não figuram e que já não são publicados e por isso difíceis de se encontrar...
Minha-senhora-que-não-está-familiarizada-com-o-conceito-de-civismo-e-quer-tudo-para-ela: (não sei porquê imagino uma velhota de nariz curvo, muito magra e curvada,semítica portanto..)
Sabe por acaso que já inventaram as fotocopias??
Adiante, pela primeira vez aventurei-me na "Bebeteca" e trouxe-lhe dois livros.
Que melhor maneira de renovar a biblioteca dela a custo nulo?
Depois aproveitei a desculpa para me passear pela minha cidade favorita e respirar as mudanças.
Noutro dia fui entregar os livros que tinha requisitado vinha com a intenção de trazer uns livros de costura.
Procurei no computador, tirei a cota mas não os encontrava em lado nenhum pedi ajuda ao funcionário que também não os encontrou e por fim foi ver mais uma vez ao computador onde verificou que estavam "extraviados".
Já prevendo o desfecho perguntei se havia alguma possibilidade de voltarem...(?!) ao que me responde, que provavelmente com aquela designação, já estariam há mais de um ano para serem entregues.
Conclusão: Alguém com muito interesse naqueles livros ficou com eles e não pretendia devolver pois são livros antigos repletos de tecnicas antigas. Que nos novos livros de costura não figuram e que já não são publicados e por isso difíceis de se encontrar...
Minha-senhora-que-não-está-familiarizada-com-o-conceito-de-civismo-e-quer-tudo-para-ela: (não sei porquê imagino uma velhota de nariz curvo, muito magra e curvada,semítica portanto..)
Sabe por acaso que já inventaram as fotocopias??
Adiante, pela primeira vez aventurei-me na "Bebeteca" e trouxe-lhe dois livros.
Que melhor maneira de renovar a biblioteca dela a custo nulo?
Depois aproveitei a desculpa para me passear pela minha cidade favorita e respirar as mudanças.
Maturação
sexta-feira, 26 de junho de 2009 inspiração, projectos
"No momento em que alguém assume um compromisso definitivo consigo mesmo, a Providência também passa a agir. Começa a acontecer todo o tipo de coisas para ajudar esse alguém o que não aconteceria se esse compromisso não existisse. Uma torrente de eventos emana das decisões, favorecendo a pessoa com toda a espécie de encontros imprevistos e de ajuda material que homem nenhum poderia sonhar encontrar no seu caminho. Tudo o que você puder fazer ou sonhar você alcançará. Sendo assim, mãos à obra. A ousadia contém genialidade, poder e magia. Comece agora!"
Uma noite e um dia
quinta-feira, 25 de junho de 2009 lazer, música, Porto

Um concerto que nos cai no colo, para compensar daquela vez, literalmente no meio da rua.
Ao acordar abrimos oficialmente a época balnear, com a estreia dela oficial ,como veraneante.
Ao acordar abrimos oficialmente a época balnear, com a estreia dela oficial ,como veraneante.
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