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Serralves



Decidimos ir ao Museu de Serralves, com ela, pela primeira vez.

Metade da exposição de Serralves estava fechada ao publico , ainda por montar.
Mas, em compensação, fiquei deslumbrada com esta pequena exposição "Do Mickey a Andy Wharhool" sobre a criação, por artistas, de livros infantis.


Os livros estão expostos para manipulação livre de todos, inclusive e especialmente, para as crianças.


Foi difícil estar focada na exposição, com ela a cirandar por todo o lado. Valeu-me a maquina fotográfica.

Ficou uma certeza, esta era a mini-biblioteca que imaginei para ela.

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Leituras dela



Presto mais atenção aos livros infantis do que antes. Aprecio as ilustrações e algumas histórias mas mesmo assim fico um pouco desiludida com a pouca oferta criativa do mercado de livros infantis em Portugal.



A minha intenção será constituir uma mini-biblioteca mas ao fim de um tempo percebi que ainda era cedo.



Decidi então dividir os livros em 2 grupos:




  • Os de capa dura com imagens simples e pouco palavreado que se podem "comer" (na hora da refeição e não só). Estes são os predominantes.


  • E os outros (dois), um pouco mais consistentes nas historias, que ficaram guardados para mais tarde, quando ela perder a vontade insaciável de querer rasgar, comer e riscar tudo.




O primeiro é alusivo ao Natal. De formato grande e tem a particularidade de apresentar purpurinas e muito relevo trabalhado sobre os desenhos.




O outro que pretendia ritualizar a hora de dormir dela, revelou-se desastroso. As ilustrações são lindas, a historia simples, a minha intenção é que ficou aquém. Não só pelo facto de ela ficar ainda mais excitada com a novidade, como pelo facto de perder toda a vontade de lhe ler um livro, quando ela demora mais de45 minutos, só a adormecer.
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Life Code:


Ultimamente esta mesma mensagem tem predominado em grande e com aviso sonoro para eu não ter hipótese de ignorar.

Primeiro a aparelhagem, depois foi a vez da maquina de lavar loiça, um dos carros recusou-se a voltar a trabalhar e o outro ficou sem bateria por duas vezes..

Agora chegou a vez do rádio do carro. Depois de ter vindo de arranjar e como a energia foi desligada é preciso inserir o código de segurança..


Enquanto não resolvo a situação vou em silencio e venho em silêncio.


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Consciência


...ao fim da tarde.
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Desenvolvimento sustentável



No outro dia fui ao supermercado e deparei-me com este poster.
Estão a oferecer os sacos reutilizáveis consoante o valor de compras.
Esta iniciativa marcou muitos pontos na minha opinião do dito supermercado.
Isto sim, começa mesmo a parecer uma empresa a apostar no desenvolvimento económico, social e protecção ambiental.

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Ontem..























..depois de uma grande luta contra nós e rastas decidi tratar do assunto ,apesar de, nem ela nem o vento terem ajudado.
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Para ela já foi Primavera e já é Verão.
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Redemption time



Uma das primeiras coisas que faço, mal esteja de folga, é cozinhar. Como gosto de cozinhar sem pressão de timings esta é a altura certa.


Faço-o não só para ela (congelando pequenas doses para vários dias) como para nós (grandes quantidades para servirem uma próxima refeição) de maneira a que durante a semana pouco tenha de preparar.




Esta folga portei-me mal.
Cozinhei pouco para nós e prevejo uma semana dolorosa.



Então para redimir fiz um cheesecake prometido a algum tempo que fiz hoje a pensar nele..





Esta não é a receita original de cheesecake mas é deliciosa e ultra-rápido em comparação com a receita original aqui saltam-se passos com a adição do leite condensado.







1 lata de leite condensado (usei ligth)


1 queijo fresco médio (tb pode ser feito com tofu)


4 folhas de gelatina (usei 4 c. de sp. de agar-agar)


2 embalagens de natas (usei as de soja)


1/2 pacote de bolachas maria


compota de framboesa ou morango





Bati as natas e reservei.


Desfiz o queijo e juntei o leite condensado.


Fervi um copo de agua juntar 4 colheres de sopa de agar-agar (se usarem as folhas usem a mesma quantidade de agua) baixar o lume e mexer até estar pronto.


Juntei à mistura do leite condensado e por fim misturei também as natas.





base





Desfiz as bolachas e misturei com 2 colheres de manteiga derretida.


Forrei uma forma com papel de alumínio porque é um forma de base amovível e se não o fizer (como não fiz da primeira x) o que acontece é que ao deitar a mistura liquida do cheesecake ele vai verter pelas junções.
Cobri o fundo com a bolacha e meti no forno a tostar durante 10 m.


Verti o preparado do cheesecake sobre a bolacha.


Meti no frigorífico e não o retirei antes de 12 horas para solidificar totalmente.


Por fim cobri com compota de framboesa e desenformei.



A foto fica para a próxima que a maquina não tem carga e o cheesecake ainda está na fase de solidificação.





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P.S.

Já procurei por entre os cabelos, no pescoço, atrás das orelhas e até debaixo do queixo... dentro da boca??

- 2h30?!

- *#!!*##***!!??

...mas alguém sabe onde se desliga o cérebro??


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Enquanto a chuva fustiga a minha janela


sonho acordada com






a possibilidade de vir a tirar um novo curso



voltar a dedicar-me à pintura a óleo



várias decorações para a sala



uma nova vida dentro de mim

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Ela para ele...


"i-i'm so s-sorry, butterfly."







(no colo dele)





- Magoaste o pai.


- "Pôoo, pôoo, pôooo.." - abraça a cabeça do pai e embala em jeito de mãe.



Que é como quem diz:
"Pronto, pronto já passou!"







qualquer coisa de inocência ou/e perdida
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(Re)Organizar


(Little girl blue - Nina Simone)



Ao som disto, desarmar uma árvore de natal demoradamente.

Explicar-lhe que o natal acabou.


Ao som disto fechar a agenda velha para abrir a agenda nova, sem criar expectativas.

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:)

Ontem vi nevar. Pela primeira vez.

Hoje a natureza presenteou-me com um manto leve e branco sob os campos e uma película fina, transparente e quebradiça, fácil de perecer à medida que o sol avança.

Agradeci.
Estava tudo mais que perfeito..

(à excepção de não ter a maquina à mão).
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zoetrope




Hoje fomos ver isto.


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Começo a respirar..


Finalmente a agitação dos últimos tempos tende a abrandar.

Passo algum tempo em casa a tentar reorganizar documentos, roupa, loiça e outros objectos. Os prioritários.

Com muita lentidão para não se assemelhar a trabalho forçado.



Ela está uma falante muito activa.

Aprendeu a dizer carro, calça e sentas (senta-te) e agora pergunta apontando para todos os objectos que a rodeiam "e ixsu?" = E isto??, querendo saber o nome de tudo.

Adora encaixar-se no cesto da roupa e esconder-se de nós debaixo da cama e em sítios pequenos e escuros.



Enquanto aproveito a hora de almoço para me dar ao prazer da leitura, já os serões são passados a consumir filmes como forma de terapia para o cansaço.


A casa ainda está demasiado caótica para pensar em projectos. E eu demasiado caótica para sequer pensar em arrumá-la.
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Começou assim..





Ela ficou com a avó e nós partimos para um jantar a dois numa tasca do outro lado da ponte depois de palmilhar 2 ou 3 milímetros a pé (e de saltos) ao percebemos que todos os restaurantes que conhecíamos e não conhecíamos estavam fechados ou com uma fila de espera cá fora.. já do outro lado os preços eram altos e acabamos por descobrir uma tasca com uma mesa disponível.
A alheira pouco valia, demasiado salgada, demasiada gordura. Ele não se queixou e isso significa que estava bom. Mas valeu pela decoração.
Uma vez do lado certo do rio fomos visitar uma amiga. Voltamos a sair minutos antes das 24h para ver o fogo de artificio... surpresa: 3 foguetes mandados para o ar e já está (viemos a saber que o fogo de artificio tinha sido noutro local).
Voltamos para dentro meios desiludidos.
Brindamos ao novo ano a 3.
Depois fomos matar saudades da noite.
Um bar novo. Reencontro de velhos amigos. E de novos também.
E no fim uma nota de 50 euros esperava discretamente por nós. Foi então que decidimos rumar a casa e namorar.




(Sem grandes expectativas resultou numa das melhores passagens dos últimos anos.)








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Feliz Natal



No meio da confusão da época o cansaço acumula-se. O tempo é escasso e mal tenho tempo para outras coisas que não sejam as da rotina fixa do dia a dia .
E assim
o silêncio instalou-se por aqui.

O Natal soube-me pouco.

Talvez por ter trabalhado na véspera. E no dia a seguir ao dia de Natal.
Por ter sido a época mais stressante.
Por não ter espaço ou tempo para saborear a sua essência.

Talvez por me ter apercebido o tamanho consumismo em que esta época festiva se traduz.

Mas iluminou-me a alma saber que o Natal significa muito mais que tudo isto para mim.

Por isso e porque ainda faz todo o sentido desejo um Feliz Natal para todos.

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Chove cá dentro ou a bem da minha sanidade mental.

Hoje tudo está mal. Hoje acordei para voltar a dormir. Respirar faz-me mal. Estou cansada de estar sempre cansada. Estou cansada de correr tanto para poder descansar. Hoje morri para o mundo.
Cega. Surda. Muda.
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Maçã do Amor




Uma das cores a que voltei foi ao roxo (na roupa) mas o mais improvável aconteceu... comecei a gostar de vermelho (nas unhas). A cor da foto não é uma das minhas favoritas. Mas a denominação encantou-me. Já que a árvore de Natal prima pelo seu azul e branco há que abusar nas alternativas!
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Raizes


Está frio. E as árvores despidas.
A lareira acende-se.

Este ano o Natal sabe-me a Natal.
Fui invadida pelo espírito natalício mesmo antes dos anúncios da TV.


A árvore já está enfeitada. Algumas prendas já lá estão.


A ultima palavra dela é "natauuu".
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2 anos






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objectos (quase) diários

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As (des)arrumações...





dela.
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Luz de Outono II


Um dia deparei-me com a luz que entrava pela janela da sala..


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Divagar na luz de Outono



..enquanto esperava por ti.
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Reiki



Diagnostico
:


Perfeitamente saudável. O que sente deve-se ao sistema nervoso.


Mas a sua cabeça não pára.


Tem que acreditar mais em si.


As mulheres tem disto de levar tudo à frente.





No meu corpo pesado e em jeito de vergonha chorei como há muito não me permitia.


"- É o seu corpo a expulsar! Pode chorar.."


E chorei. Mas só um bocadinho que isto de estar a chorar em frente de estranhos não é comigo.





(...)





Senti-me evadida por uma tristeza muito grande durante todo dia.


Trouxe uns títulos de livros comigo para investigar. Para absorver.


As dores passaram.. todas.





Estranho é às vezes precisarmos de ouvir o óbvio dito por outra pessoa para finalmente interiorizarmos aquilo que já sabíamos e acreditarmos verdadeiramente.

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Ela..

"Ai quii fioooo!!!"
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No picture

Desde da ultima vez que escrevi:
Apanhei o vírus dela.
Emagreci.
O carro avariou.
Esqueci-me que a hora mudava e cheguei adiantada (uma hora) ao trabalho a pensar que já estava atrasada.
Uma semana de dores de costas absolutamente escruciantes e trabalhar, trabalhar, trabalhar.
Chego a casa e só me consigo deitar. Sempre com uma botija de agua quente colada às costas.
Redescubro os medicamente naturais. Percebo que apesar de demorar um pouco mais a fazer efeito são bem mais eficientes.
Festejamos os anos dele.
Abuso por já não sair há muito e por prever que não o vou fazer nos próximos tempos.
Fico afónica.
Ter amigos em casa e uma lareira acesa.
Esqueço-me de registar o meu mundo em imagens por andar sempre numa roda viva. E fico sempre, sempre arrependida.
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Blood Red shoes - Box of secrets


No Santiago de Alquimista dia 20 às 20, em Lisboa
.
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Contagiar


Primeiro foi ela. Depois o pai. A seguir a Avó.
Eu fico sempre para último.


Apanhou-me desprevenida. Quando já todos estavam melhor. Quando menos hipóteses tinha de apanha-lo. Apanhei.


Resultado: um dia de trabalho que se revelou penoso, cheio de náuseas e arrepios, com um ar condicionado em cima bem geladinho. O sair do emprego e correr porque ela tinha uma consulta no médico.
"Ela está bem."


Eu é que já não me sentia me nada bem.



Chegar a casa passar o testemunho ao pai e meter-me na cama.




Hoje não consigo comer. E passo o tempo todo a imaginar que o que sinto ela também sentiu.. o dobro.



Entre a cama, o sofá e a net lá fui descansando e dando gosto ao lazer de andar por aqui a passear.


Ainda olhei de soslaio para os moldes mas sempre que faço assim um movimento mais amplo a náusea é de tal maneira desagradável que desisto logo.



Valeu pelo descanso e por poder dar-lhe muito colo.
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23 meses


Quase, quase nos dois anos.

Tenho saudades de lhe dar colo. E ela rabuja por não ter o seu colo.


Adorou os primeiros dias de infantário mas não gosta de ficar tanto tempo sem mim.


Decidiu começar a fazer greve de fome pelas razões acima.

As birras são mais desafiantes que nunca. Finge que chora, pisca muito os olhos e franze a testa. Ou então quando fica mesmo chateada atira-se para o chão e chora.


Falar é com ela... em bebenhês! Mas já se vai percebendo um Português entranhado no meio.


Já faz por chamar a atenção com posses à princesa e repete a gracinha quando lhe achamos piada.

Adora ir ao supermercado para poder andar no carrinho das compras.


Ainda não usa o penico mas já faz o ritual de levantar ou baixar a roupa e sentar-se. No fim vem buscar papel e limpa-se.
Só falta mesmo é fazer a "forcinha"!

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Chuva na folga quentinha


Finalmente tenho um tempinho para ligar-me um pouco à net. Ver alguns dos sites que visitava com regularidade apesar de ter de ler com o scroll a 120 km/h para dar um pouco de atenção ao meu cantinho neste meio.
As novidades são muitas e os assuntos inúmeros. Tinha pano para mangas. No entanto as prioridades mudaram radicalmente e o tempo que dedicava aqui quero dedicar aos meus (inacabados, pendentes ou/e por fazer) projectos. Que não são poucos.
Consegui começar e, quase, quase, quase acabar um molde de umas calças para ela. Claro, ainda falta cortar as peças no tecido e cozer... Ou seja mais de metade do trabalho. Como tenho uma espécie de aversão a moldes o facto de tê-lo feito sem ajuda e quase de uma assentada, enquanto ela estava a dormir a sesta, para mim, é digno de ovação!
Estou mortinha para passar para tecido o projecto em papel.
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Gastrite Vírica

Ando a 120 à hora. Na estrada a 140 porque exige-se mais que a pontualidade.
Por esta altura já lá vão 2h30 a pé. Ela sempre ensonada lança-me pragas sempre que a deixo no infantário. De coração apertado engulo-o para bem fundo do meu estômago.
Quando chego ao outro lado já vou bem acordada. E pronta para outra maratona.
Ali estão sempre com pressa e pouca paciência.
A hora do almoço também exige rapidez pois para além de comer também quero respirar.
Saio dali a correr porque já vou atrasada e ainda tenho uma fila de transito para transpirar de nervos... e ela à minha espera.
A inauguração aproxima-se. Estou ansiosa. De folga mas presente.
Correu tudo bem e foi giro, confesso, também gostei. Mas mal saio pela porta dos fundos um bocadito mais cedo tenho uma chamada fatídica.
Corro mais uma vez, para o carro, para a casa da avó, para o hospital... e "durmo" numa cadeira ao lado dela atenta aos seus movimentos e afogada em sentimento de culpa.

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Ontem,



aproveitamos o facto da miúda ter ficado na avó para irmos ver um concerto juntos.

O concerto estava no fim.
Exclusivamente para convidados a apresentação do álbum, ao contrário do que pensávamos.
Duma janela minúscula conseguimos ver e ouvir na perfeição mas não se sentia o fervilhar nas veias como um concerto ao vivo. Valeu pela pequena sala à prova de som. Pelo bar em si.


Aqui a reprodução que foi feita ao vivo pela net.
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( * )

O tempo tem sido pouco.
Passo pouco tempo com ela e com ele.
Os projectos todos a meio e em modo de espera.
O cansaço acusa-se no fim do dia.
Gosto do ambiente. Da politica e filosofia da empresa. Do seu desenvolvimento sustentável. Do meu contracto. Do trato das pessoas.
Tanto, que apetece vestir a camisola.
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22 meses - A cozinhar!





e eu longe..
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Tempo de mudança


O tempo está a mudar definitivamente.
Aqui em casa também se operam grandes mudanças.
Um novo emprego para começar e para ficar com ele. Ele está de novo a estudar. E ainda por decidir o destino da nossa pequenina.
Se bem que estou animada pela estabilidade financeira que vamos conseguir sinto que entrei em contagem decrescente com ênfase dos dias chuvosos.
A sentir o tempo a esgotar tento preparar-me para o stress, para o cansaço físico e psicológico do dia a dia de enfrentar a selva que está lá fora.
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..?!

O frio já começa a apertar. A chuva já veio visitar-nos. O corpo pede mais calor. Mas na minha cabeça o Verão mal começou.
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Do verão II


Um almoço em Frende com o rio douro como companheiro de viagem e a natureza que nos brindou no seu auge.
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Exercício de narcisismo



..e o meu novo corte de cabelo.
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Rainy day


Entrevista no Porto.
Chegar atrasada e molhada até aos joelhos.
Bom ou mau augúrio?

E onde está o Verão?

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;)

..e depois veio a O.


:D

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Da arca velha..








A arca foi um dos achados na casa do lixo.





De tudo o que achamos era a peça que em pior estado estava.

Depois de uma limpeza superficial mostrou-se menos estragada do que supunhamos apesar de um pouco danificada no interior e nos pés, obviamente pela humidade que deve ter sido exposta.





A minha ideia era transformar a arca numa especie de deposito, para a garagem, de coisas que não usamos frequentemente e que nos ocupa espaço cá em casa mas que estejam resguardadas e seguras, já que a nossa garagem é comunitária.





O problema é que, apesar de ter alguma formação em restauro, não faço a minima ideia:





do que é preciso para limpar a madeira por dentro (que cheira a bolor) e que não tem tratamento.





se existe um primário especial para madeira?





se existem tintas para madeiras ou serão as mesmas das de parede?










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Lixo de uns, tesouros d'outros!


Casa do lixo é o nome que se dá a uma divisão própria para o lixo dos condominos do prédio em que vivemos.


Ultimamente, sempre que vou pôr o lixo, dou de caras com itens encostados às paredes que me fazem parar por uns segundos fixando, ainda meia preplexa, com o que os outros deitam ao lixo.


No meu conceito de lixo é tudo que ou está mesmo estragado ou que acabou o seu tempo de vida.


Tudo o resto que já não me serve ou que me queira desfazer, dou, passo ou vendo.


Este mês cada ida à casa do lixo fazia as minhas maravilhas. Aliás já dou por mim ansiosa que o lixo fique cheio para poder ir lá abaixo averiguar a situação.


Ora pela minha dedução, são coisas que os estudantes deitam fora porque vão embora ou vão mudar de casa. E no nosso prédio ainda vivem alguns estudantes.


Desde daí, que, temos uma estante nova para a tv, uma arca enorme e uma cadeirinha de bebé para a bicicleta. Tudo em quase bom estado não fosse o seu uso. Esta última veio mesmo a calhar, porque já andavamos a falar nela desde de que engravidei. Agora já só faltam as biclas ;)


O que eu não entendo é o consumismo absurdo destas pessoas. Usar e deitar fora. Já não gostam da mobília, da cor ou do feitio, querem comprar novo, diferente e na moda, então há que arranjar espaço.


Também gosto de ter coisas novas e bonitas mas também posso usar a imaginação e reusar metade do que vou deitar fora para outros fins e reciclar a outra metade. Isto tudo sem gastar nem 1/3 do orçamento que gastaria em coisas totalmente novas.


Além disso como foi algo que surgiu da minha cabeça e se realizou das minhas mãos tem outra essência, não é assim?


E nem preciso de referir no bem que fariamos ao ambiente, pois não?
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Face your pockets


Gostei da ideia.
Gosto deste tipo de imagens.
Nunca imaginei conseguir mostrar todo o conteúdo da minha mala num ecran de scan..
Cá está ele!

via noussnouss
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Art of Domesticy

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Gelly hands ~ 21 meses






Acorda-me com beijinhos e chama repetidamente por mim porque não gosta de sair da cama sem mim.


Gosta de ver o pocoyo. Senta-se no sofá, como o pai se senta, e vê dois episódios inteirinhos.




Já come sozinha a comida sólida de colher, ora com a esquerda, ora com a direita. A gelatina é mesmo à mão.




Não gosta de andar calçada nem com sapatos nem com meias. E sempre que vamos de carro a algum lado, chega ao destino completamente descalça.



Não gosta de nos ver abraçados, tem ciúmes do pai.




Trepa tudo, bancos, mesas mas principalmente gosta de nos trepar.




Faz birras para tudo o que lhe é negado e mais alguma coisa. E ultimamente sair à rua com ela é um desafio para nós e uma aventura para ela.
















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jindungo, maguita-tuá-tuá, ndongo, nedungo e piripíri


Este é a aquisição mais nova cá da casa apresento-vos a capsicum frutescens.

Primeiro foi a aloé vera que já vai nos seus 4 anos, sensívelmente. Depois adoptei a salsa e a hortelã. E por fim decidi ter malaguetas!

A intenção é ter em casa (quase)todas as ervas e especiarias bem fresquinhas. Fica mais económico, é mais divertido, porque somos nós que cuidamos delas, são livres de quaisquer químicos e estão sempre à mão.
E o mais engraçado é que não vou à procura de nada. Há sempre alguém que tem no seu jardim plantado qualquer coisa que desperta-me o desejo de o levar para casa.

Mas verdade seja dita que não sou grande jardineira. A avaliar pela aloé - que apresentava-se amarela nas pontas como que queimada e verde clara, demasiado clara - que para perceber que a aloé precisava de estar dentro de casa e que eu a regava em demasia, foi preciso um par de anos.

Já a salsa tive que ser mais atenta e rigorosa pois é bastante mais susceptível que uma aloé. Ainda sobrevive, com algumas folhas verdes mas não percebo porque é que ficou assim tão amarela de repente (alguem?).

A hortelã nem pegou :(

Quanto ao meu novo pé acabadinho de plantar espero que vingue apesar de terem-me avisado logo que o mais provavel era morrer.

Qualquer das maneiras vou enterrar as malaguetas, como me disseram para fazer, e se este pé não pegar é só esperar mais uns... 2 anos!


Se alguém por aí for mais entendido que eu nestas matérias faça o favor de se pronunciar.

Todas as dicas são bem-vindas.




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Fim de semana??

Este é o 1º dia de descanso após 22 dias de trabalho. Sem fins de semanas ou folgas. E só agora me dei conta disso mesmo depois de fazer contas... foram 22 dias!


Pelo menos vamos conseguir fazer face a algumas despesas.


Agora falta:

Arrumar a casa toda. Dar-lhe um pouco mais de atenção. E dedicar-me, com mais tempo, ao meu novo atelier.


Pois a minha "segunda", começa na sexta.


Ah! E já agora gostaria de esclarecer 2 coisas:
1º o meu trabalho fora de casa não tem nada haver com o que estudei ou tenciono fazer.. é meramente um biscate muito necessario nesta etapa das nossas vidas.
2º O atlelier que estou a montar é mesmo cá em casa é vai funcionar nos meus tempos livres.