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Aqui

Sou filha da cidade e refugiei-me numa vila a pensar que era uma cidade.
Gostava de apregoar: "Vivo numa cidade que mais parece uma aldeia".
Afinal era uma Vila.
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Insegura


As coisas complicaram para ela depois das férias. Não percebe porque agora não pode ficar com a mãe.
Chorou, fez birra e até adoeceu.

Ganhou medo a coisas que antes não tinha e agarra-se muito mais às "saias da mãe".

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Electrocardiograma


foto de Carla Camejo a uma ilustração de um restaurante macrobiótico.

Estou habituada a ser pequenina, estranhamente pequenina. E quando me esqueço disso fazem-me o favor de me lembrar.
Hoje no consultório exclama a enfermeira despachada:
"Oh menina! Nem sei onde meter isto.. a menina é tão estreita!"
Olhei para as ventosas e retorqui com certa nostalgia:
"E já fui mais magra!"
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Pouco explícito ou implícito?



A confusão imperava no meu caixote do lixo. Umas vezes ia para aqui e outras para ali.
Teimava em fazer a reciclagem à moda de Lx.
Resta saber se são só os pacotes da tetra pack que vão para o plástico, se não há a aparente descriminação, e é só uma jogada de marketing.
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What the fuck is playing


foto de Brooks Reynolds

Finalmente faz sentido ter mais uma pagina para perder tempo.
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When i grow up




..tenho mãos à semelhanças dela que também vêem de uma forma muito subtil.
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Alinhavo


Ao chegar tivemos frio. Nuvens e chuva.
Traumatizante chegar a casa e ser recebida com num cenário assim.
Sinto falta do calor sufocante de outras paragens.
Aproveito a boa energia acumulada das férias para tentar dar uma volta ao caos já instalado cá em casa mas que com as féria tomou uma nova proporção.
Alinhar as agulhas para o que vem ai... portanto.

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A aterrar...

Das ferias na praia nem uma foto.
Apesar de estamos de ferias a sensação que tive foi que nem ratos ainda metidos numa sociedade escravizada pelo trabalho... mas não, não pelo trabalho, e sim pelo escasso tempo que tinhamos para aproveitar uma praia que já foi minha na infância e grande parte da adolescência.
Quando me lembrei das fotos já era o ultimo dia. Pesquei a maquina no saco, que sagradamente vinha sempre para a praia, e quando a liguei acendeu a luz da bateria e foi abaixo sem me dar oportunidade de soltar um "ohhh".
Há ida e há vinda ainda paramos em Lisboa, onde sofri com o calor e destilei uns quilos mas matei as saudades.



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Andanças de descontentamento




Costuma-se dizer que à 3ª é de vez e lá fomos de traquitanas aviadas para o andanças.

Em resumo, a historia reza da seguinte maneira:

Voluntariado foi para desistir ao fim de rever todas as hipóteses pois com turnos iguais não tínhamos quem ficasse com a O.

E atenção que este festival é para famílias mas para famílias com crianças maiores de 6 anos. Pois todas as crianças de idade inferior não tem condições ou infraestruturas para usufruir de um festival em segurança, para já não falar da vertente lúdica ou educativa.

Decidimos então encurtar nos dias de estadia (um bilhete por inteiro fica por 120 euros num festival que é feito essencialmente de voluntariado?!) .
Segunda-feira dispensamos, pois é meio dia e há pouco por onde escolher e no entanto cobram o mesmo preço de um bilhete diário (?!).
Mas atenção que é preciso pulseira para entrar no campismo.
Ou seja acampados desde sábado, por volta do meio dia de segunda-feira , depois de meia hora de espera na fila ao sol e com uma criança, informaram-nos que:
ou pagávamos um bilhete que não íamos usufruir para poder continuar no campismo
ou (como a menina Cláudia tão prestavelmente nos sugeriu) desmontarmos a tenda deslocarmos-nos para o parque campismo a 2 quilómetros dormindo lá e na terça (no dia seguinte) voltarmos a desmontar a tenda e voltarmos para comprar o bilhete para podermos voltar a montar a tenda novamente lá (... já referi que temos uma menina de idade inferior aos 3 anos??!).

Claro que não o fizemos mas também não compramos o bilhete para terça. E mais não preciso de referir.

Mas apesar desta má experiência nem tudo é mau:

O Campismo é dividido em geral e calmo (embora pouco respeitado no que diz respeito às horas).
Boas condições nos banheiros (com direito a agua quente em determinadas horas através de painel solar) e casas de banho (em constante limpeza).
Lavatórios em cada sector do campismo e uma mangueira que atravessa todo o campismo com uma saída com torneira pregada a uma árvore a meio de cada sector.
Zona de comer com mesas e cadeiras e zona para cozinhar (no chão em cima de uma palete ao lado das mesas e cadeiras).
Cantina com duas opções: vegetariana e normal.
Muitos caixotes de lixo e reciclagem.

A casa dos sonhos (espaço onde se pode deixar crianças das 9h à 12h30) tem a vantagem de a criança poder dormir em melhores condições e mais sossegada que no campismo, já que se trata de um infantário.
Por outro lado, apesar de ter bastantes voluntários (cerca de 7), tem uma lotação muito pequena o que não se justifica para um festival de tamanha envergadura e com um publico alvo de famílias.

Espremendo a coisa ainda fiz 2 workshops e aprendemos a dançar forró.
Vimos olivetree e os semente.
Assistimos a uma coreografia improvisada de percussão (segunda foto) onde não consegui fazê-lo no modo estático e que, quanto a mim, foi uma das coisas de que mais apreceei.
O jardim, para fazer tempo enquanto os workshops não começam é onde se junta muita gente em jam session e não só. É bastante agradável não só pela sua sombra mas também pela mistura cultural.

Apesar de tentar ignorar o negativo enquanto lá estive confesso que ao chegar a casa meditei sobre o assunto.Apercebi-me de como este festival me faz lembrar uma grande empresa com a sua bela fachada de "somos todos muito amigos e solidários". E só lamento não ter ido a este festival no inicio enquanto ainda mantinha a sua essência.
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Já fomos de férias..


A razão principal de tanto tédio por aqui foi o facto de já termos ido de férias, e de até lá, termos ficado sem net (para variar).
Entretanto já voltamos mas estamos na eminência de voltar a partir.
Espero ainda ter tempo para postar no entretanto.

Imagem da série: estudo para dois espaços, 1977, de Helena Almeida, artista contemporânea, Lisboa/ Portugal.


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Nos entretantos..


Esta foi (é) uma fase de silêncio, introspecção e de espera.
Mas, para a espera, o tempo acabou.
Dos meus sonhos dois passaram a projectos em eminente concretização.
Ora que venha mais um curso, uma licenciatura e um sonho finalmente realizado.
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Porto




Nutro uma "amor" especial pela Biblioteca Almeida Garrett, e apesar de ter 3 bibliotecas pelo caminho, vale sempre a pena pela condições e o à vontade/familiaridade.
Noutro dia fui entregar os livros que tinha requisitado vinha com a intenção de trazer uns livros de costura.
Procurei no computador, tirei a cota mas não os encontrava em lado nenhum pedi ajuda ao funcionário que também não os encontrou e por fim foi ver mais uma vez ao computador onde verificou que estavam "extraviados".
Já prevendo o desfecho perguntei se havia alguma possibilidade de voltarem...(?!) ao que me responde, que provavelmente com aquela designação, já estariam há mais de um ano para serem entregues.
Conclusão: Alguém com muito interesse naqueles livros ficou com eles e não pretendia devolver pois são livros antigos repletos de tecnicas antigas. Que nos novos livros de costura não figuram e que já não são publicados e por isso difíceis de se encontrar...

Minha-senhora-que-não-está-familiarizada-com-o-conceito-de-civismo-e-quer-tudo-para-ela: (não sei porquê imagino uma velhota de nariz curvo, muito magra e curvada,semítica portanto..)

Sabe por acaso que já inventaram as fotocopias??

Adiante, pela primeira vez aventurei-me na "Bebeteca" e trouxe-lhe dois livros.
Que melhor maneira de renovar a biblioteca dela a custo nulo?

Depois aproveitei a desculpa para me passear pela minha cidade favorita e respirar as mudanças.

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Maturação


"No momento em que alguém assume um compromisso definitivo consigo mesmo, a Providência também passa a agir. Começa a acontecer todo o tipo de coisas para ajudar esse alguém o que não aconteceria se esse compromisso não existisse. Uma torrente de eventos emana das decisões, favorecendo a pessoa com toda a espécie de encontros imprevistos e de ajuda material que homem nenhum poderia sonhar encontrar no seu caminho. Tudo o que você puder fazer ou sonhar você alcançará. Sendo assim, mãos à obra. A ousadia contém genialidade, poder e magia. Comece agora!"
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Uma noite e um dia



Um concerto que nos cai no colo, para compensar daquela vez, literalmente no meio da rua.
Ao acordar abrimos oficialmente a época balnear, com a estreia dela oficial ,como veraneante.
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Alimentação viável


Com a ida para a creche preocupa-me o facto de ela estar a comer demasiada proteína animal. É um facto que as doses diárias aumentaram e outro o dela ter engordado. Qualquer mãe ficaria contente por o seu rebento engordar na escola.. menos eu, claro.
Não sendo apologista de ementas demasiado proteicas ,principalmente quando a proteína vem da carne, a verdade é que nos infantários essa é uma predominante sem nenhuma outra alternativa.
No entanto, devo salientar que, apesar da limitada opção de escolha, de facto, o infantário mostra preocupação nesta área, tendo um nutricionista a preparar as ementas.
Regra geral não servem fritos, o pão é escuro e de vários cereais e tentam variar ao máximo as refeições. E isso sem duvida é um ponto a favor.
Ela leva os iogurtes e o leite de casa (não consome leite de vaca ou derivados) tendo cedido à carne não cedo aos laticineos.
Gostava de ver menos discriminação e mais liberdade de escolha e por que não variedade de dietas alimentares?
Educação alimentar? Quem sabe um dia nas escolas como disciplina curricular.
Entretanto aconselho todas as mães e não só a visitarem este blog - babysol que em muito me tem ajudado com boa informação: receitas, conservação, armazenagem, desinfectação, dicas, etc.
Mais recentemente, tem abordado uma questão muito polémica: saber "ler" um rotulo (mais aqui).

É importante salientar que cada organismo é um organismo, o que serve para um pode não ser indicado a outro.
E não se fiquem por aqui pois hoje em dia o problema consta em variada informação mas contraditória.

Nada como saber ouvir o nosso corpo e ensinar os nossos pequeninos a ouvir e respeitar o deles.

Quem estiver interessado nesta temática está a ser organizado um seminário de apoio ao consumidor sobre leitura e interpretação dos rótulos dos produtos alimentares sábado dia 27, no porto, ministrado pela própria autora do blog babysol.



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Cocorosie


As manas vem cá (a Lisboa - CCB e a Guimarães - Vila flor) apresentar o seu ultimo trabalho: Coconuts, Plenty of Junk Food e os bilhetes até estão acessíveis.
Para, quem não conhece e para quem conhece, mas quer saber mais, aqui fica a primeira parte de um documentário sobre a banda, elas e não só.
O resto podem ver aqui.
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Coisas dela


Desenvolveu uma obsessão compulsiva pelo metro. Fica na varanda à espera que ele passe e, mesmo dentro de casa, não passa desapercebido, sabe quando passa. Chama por ele e pergunta se já passou e quando passa grita: "Metro!!" acenado com a mão, que, mal deixa de o ver pergunta: "Onde está o metro?"
Ainda não deixou as fraldas nem a xupeta e ainda dorme connosco mas tenciono fazer planos quanto a isso.

Tem uma paixão pelo gato do Tom & Jerry e, apesar de não ter sido por minha influência, ri-se à gargalhada das malvadezes destes dois. Será algum indicio?
Por fim, ultimamente, parece um papagaio: repete as frases que dizemos ou parte delas, aperfeiçoando a dicção.

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Relaxar


Depois da pestana queimada e com os nervos em franja preciso de relaxar.
Mas antes disso, lavei a cara ao blog que já estava a precisar e descobri como descarregar templates daqui.
Não preenche os requisitos na funcionalidade e os meus conhecimentos nesta linguagem são escassos.
Para mim é um pequeno grande passo e no fim estou contente com o resultado.

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Queimar a pestana



Apesar do tempo curto e do stress que teimar em arreliar, admito que adoro estudar. E que a forma como estudo hoje não é, nem de longe ,como estudava há uns anos largos.
Primeiro, pelos meios que disponho hoje serem melhores ao ponto de ter acesso a mais material, apesar de nem todo, fidedigno. Segundo pela maneira como absorvo todo este conhecimento e da maneira como disponho da minha própria experiência para assimilar melhor
ainda.
É engraçado como estudar pode fazer clic sobre assuntos que nos deparamos na nosso dia a dia, na nossa vida ou mesmo na nossa sociedade.

As obras acima correspondem respectivamente ao movimento do Futurismo e do Dadaismo.
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Ai, ai, ai...

O típico queixume de quem está a fazer tudo menos o que devia.. espera-me uma semana afogada!

Entretanto decidi mudar umas coisinhas aqui. Não tanto como eu queria, que terá de ficar lá mais para a frente, mas reorganizei a lista do lado esquerdo e inclui o motor de pesquisa e no fim de pagina dois modos de subscrição do blog.
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..intas



Não sei como isto aconteceu. Nem dei por ela, ao contrário dos outros anos.
Mas de uma coisa eu sei, é um renascimento.

Parabéns a mim.

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Português..

Irrita-me estar a pesquisar na net e estar a ser assediada constantemente pelo motor de busca que insiste-me dizer num tom cordial: "será que quis dizer..." quando o que quis escrever foi mesmo o que escrevi.

Gosto de emitir os sons correspondentes às letras. Mas quando não há letra e há som?

É como mudar os sinais de transito nas ruas que percorremos infimas vezes. Quando damos por ela estamos em sentido contrário!

Só porque se decide que agora, o certo é o errado, lá andamos todos feitos carneirinhos atrás de quem decide que agora é assim.

Nunca fui com este novo acordo ortográfico e agora é comer e calar... o motor de busca não perdoa.

humphff...
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Espiga


Em Lisboa dava sempre por ela, ao sair à rua. Aqui já é mais difícil, talvez por ser uma tradição do sul, nunca cheguei a ver alguém com o ramo de centeio para pendurar na dispensa em substituição do antigo.

No entanto quando fui buscar a O. lá estava ela de raminho na mão para entregar à mãe babada.

E já está pendurada na dispensa :)


Simbologia dos elementos:


Espiga = pão


Ramo de Oliveira = azeite e paz


Malqueres amarelos e brancos = ouro e prata


Papoila = amor e vida


Alecrim = saúde e força
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Piropo



De um velhote sentado num banco de jardim para o outro:


"Olha, esta menina, com aquele lenço, parece a Amália Rodrigues"


E assim se começa o dia com um sorriso na face.

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Moulage


Gosto muito de teoria, gosto da lógica das coisas, de saber. Para além disso gosto de ver à minha frente a concretização das ideias. Que de tão mirabolantes, por vezes, parecem-me impossíveis.
E para combater todo esses senões que tal uma mãozinha de quem sabe?

Para já ando com as mãos na massa e isso agrada-me muito mesmo que seja só para traduzir (por enquanto) o classicismo.
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Infantário


Depois de muito ponderar, algum receio e algum inevitável sentimento de culpa decidimos que seria melhor, para ela e para nós,tentarmos o infantário de novo mas desta vez os critérios foram bem mais rigorosos.

Embora a "cara" não seja realmente um ponto prioritário fico contente por ter um aspecto moderno, alegre e criativo como em nenhum infantário vi. O facto de nos relatarem o dia dela, inclusive, o que ela comeu ou não é um ponto evidente.
E o resultado está à vista: engordou, vem contente, cansada e até trás desenhos para casa.

Custa um bocadinho no bolso, no coração também, mas ela merece e eu também!
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Suecos versus Portugueses


De rumo à loja sueca porque gostamos do design e do preço mas também porque adiamos demasiado este mal menor.
Ver mobília e afins com um olho nela e outro nos acabamentos e nos preços foi uma verdadeira odisseia.

Ao fim de 2 dias estava cansada e desejosa de ver tudo montado mas um pouco desiludida. Realmente a qualidade é muito fraca e alguns preços, a meu ver, não se justificam.

Para juntar ao conjunto, somos nós que montamos e transportamos tudo.
Há a possibilidade de alugar uma carrinha ou pagar o serviço de entrega que por sua vez é facturado conforme a quantia da compra: acima dos 300 euros encarece(?!)


Vamos fazer o teste com o que ainda falta. Com desenho,encomenda e a entrega. A ver o que dá.


Já na loja de comida, perco-me... bolachas, chocolates, tartes e doces .. nada demasiado doce, tudo q.b. até no preço :)
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xapatus



Não era grande fã de sapatos de plástico pelo facto de serem exactamente isso: de plástico. O que deixa muito a desejar ao conforto e saúde dos nossos pés.

No entanto, a julgar pela quantidade de sapatos de plástico que tenho vindo a adquirir nos últimos tempos, parece-me que sou uma verdadeira viciada.
Desta vez perdi a cabeça. Uns para ela e outros para mim. Crocs, para fazer jus ao verdadeiro vicio!



O que me convenceu foi o facto de serem feitos de uma resina especial e terem uma construção especifica para o pé respirar quando estamos em movimento. Adaptam-se ao pé com o uso ,de tal maneira, que parecem uma segunda pele. E são muito confortáveis.




Outro vicio é a Msk que teve a brilhante ideia de criar um wizard para formatar os bocadinhos das nossas vidas directamente para as nossas moleskines... E os desenhos? Uma verdadeira inspiração.
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Despir a camisola





Se houve um tempo para vestir agora é a altura para despir.
Não por minha opção expressa. E ainda não decidi se me agrada ou não.
Aliviada sim e um pouco preocupada com o que vem.

Se há uma coisa que nestes últimos tempos, aprendi, é que por vezes quando não conseguimos tomar a decisão, a vida toma-a por nós, para que nos seja possibilitado aquilo que não conseguimos concretizar mas que desejamos arduamente.


A vida tem coisas destas.



Foto de tirada daqui e trabalho de Hijirik k. Shepherd.
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Caldo de galinha

Senti-me inspirada para cozinhar e no fim do dia estava de rastos.


Habituada a sopas expresso de 15m decidi perder tempo a prepara um caldo de galinha de 3h. Só pelo prazer de me dedicar à coisa e pelo facto de ser uma boa alternativa aos cubos de galinha.


Depois do caldo ainda veio a canja para nós. E uma sopa para ela. Do que sobrou dividi por frascos e recipientes e congelei.


As receitas foi um mix entre Pantagruel, Jamie Oliver e do stock disponível:



Caldo de galinha



meio frango

2,5 litros de água

4 alhos com casca

2 cebolas

2 cenouras

1 folha de louro

salsa, hortelã e alecrim qb.

pimenta preta



Juntar todos os ingredientes num tacho fundo com a água.

Ao levantar fervura baixar para lume brando e deixar cozer tapado durante 2 a 3 horas, retirando a espuma, sempre que for preciso.

No fim é só coar o caldo reservar e guardar no frigorífico ou congelador.




Congelador = 3 meses

Frigorífico = 3 a 4 dias







nota: não esquecer de reservar o caldo para remover a capa de gordura que se forma depois de arrefecer.


nota1: juntar o aipo à receita porque parece-me ser o ingrediente que falta para a perfeição.

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Aquisições de estante



Da proximidade dos livros, a que me vejo tentada a cada esquina (e desde do Natal) que os livros cá por casa aumentaram. Não só por necessidade, mas essencialmente, por gosto.


O livro de Pantagruel é a bíblia sagrada da gastronomia.
Um livro que já vai para além da 60ª edição e que apesar de adaptada, preserva além das receitas tradicionais (não só) portuguesas , ilustrações, os métodos, conselhos e dicas tanto culinários como outros afins.

Remete-me imediatamente para uma época remota.



Do Jamie Oliver sou mais apologista do programa mas como sou uma esquecida e não consigo tirar apontamentos enquanto estou a ver o programa decidi comprar um dos livros dele.

Escolhi, entre os únicos 3 livros publicados em Portugal, o mais recente com mais receitas vegetarianas, de fácil e rápida confecção: Jamie Oliver regressa à cozinha



O livro da criança é uma espécie de manual de instruções a todos os níveis da vida de um ser humano desde o 1º ano de vida aos 5 anos. Isto envolve o temperamento, sono, linguagem, tempos livres agressividade, acidentes, saúde, higiene e por ai fora..
Mas acima de tudo fala não com a verdade absoluta e sim como um conselheiro e apresenta uma visão bastante inovadora numa linguagem perfeitamente clara e não limitativa.
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Greve tecnologica

As coisas aqui andam feias.

Horários malucos de trabalho e uma pitada de falta de net.
Para complementar, o pc que utilizo decidiu fazer greve com um valente "piii" . E a maquina fotográfica segue-lhe as pisadas.


Isto tudo dá no que se vê: a abundância de posts e alguém muito frustrado.

Vou ali meditar e já venho!


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Auto-retrato



Quem sabe se daqui uns tempos terei momentos para me sentar ao estirador e puxar da criatividade.
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She...


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Pai e Pai

Neste momento existem dois pais na minha vida.


A prenda, para o pai dela, foi para ele e para ela.


Escrita por uma das mais acarinhadas professoras que tive onde as aulas eram vividas com intensidade.


As ilustrações são de Carla Nazareth.



Perfeito seria tê-lo oferecido a meu pai também.
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Enxatema k?

A atingir uns astronómicos 39º C de febre e 38 e picos com medicação, decidi ficar com ela em casa.

O médico não sabe dizer o que é em concreto: "Resta esperar e ver se a febre passa"
. Não fiquei muito convencida..

Sintomas:

Febre alta

Garganta inflamada

Manchas vermelhas e quentes nas pernas, braços e bochechas


Pesquisei.

O que encontrei foi isto.

O que não me convence é que, aqui em casa não somos nem nunca fomos, portadores de nenhum vírus desta família e ela não está em nenhum infantário...

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Serralves



Decidimos ir ao Museu de Serralves, com ela, pela primeira vez.

Metade da exposição de Serralves estava fechada ao publico , ainda por montar.
Mas, em compensação, fiquei deslumbrada com esta pequena exposição "Do Mickey a Andy Wharhool" sobre a criação, por artistas, de livros infantis.


Os livros estão expostos para manipulação livre de todos, inclusive e especialmente, para as crianças.


Foi difícil estar focada na exposição, com ela a cirandar por todo o lado. Valeu-me a maquina fotográfica.

Ficou uma certeza, esta era a mini-biblioteca que imaginei para ela.

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Leituras dela



Presto mais atenção aos livros infantis do que antes. Aprecio as ilustrações e algumas histórias mas mesmo assim fico um pouco desiludida com a pouca oferta criativa do mercado de livros infantis em Portugal.



A minha intenção será constituir uma mini-biblioteca mas ao fim de um tempo percebi que ainda era cedo.



Decidi então dividir os livros em 2 grupos:




  • Os de capa dura com imagens simples e pouco palavreado que se podem "comer" (na hora da refeição e não só). Estes são os predominantes.


  • E os outros (dois), um pouco mais consistentes nas historias, que ficaram guardados para mais tarde, quando ela perder a vontade insaciável de querer rasgar, comer e riscar tudo.




O primeiro é alusivo ao Natal. De formato grande e tem a particularidade de apresentar purpurinas e muito relevo trabalhado sobre os desenhos.




O outro que pretendia ritualizar a hora de dormir dela, revelou-se desastroso. As ilustrações são lindas, a historia simples, a minha intenção é que ficou aquém. Não só pelo facto de ela ficar ainda mais excitada com a novidade, como pelo facto de perder toda a vontade de lhe ler um livro, quando ela demora mais de45 minutos, só a adormecer.
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Life Code:


Ultimamente esta mesma mensagem tem predominado em grande e com aviso sonoro para eu não ter hipótese de ignorar.

Primeiro a aparelhagem, depois foi a vez da maquina de lavar loiça, um dos carros recusou-se a voltar a trabalhar e o outro ficou sem bateria por duas vezes..

Agora chegou a vez do rádio do carro. Depois de ter vindo de arranjar e como a energia foi desligada é preciso inserir o código de segurança..


Enquanto não resolvo a situação vou em silencio e venho em silêncio.


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Consciência


...ao fim da tarde.
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Desenvolvimento sustentável



No outro dia fui ao supermercado e deparei-me com este poster.
Estão a oferecer os sacos reutilizáveis consoante o valor de compras.
Esta iniciativa marcou muitos pontos na minha opinião do dito supermercado.
Isto sim, começa mesmo a parecer uma empresa a apostar no desenvolvimento económico, social e protecção ambiental.