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Pastel



Ando viciada em cores pasteis. Primeiro o rosa velho e agora o sempre púrpura, roxo ou lilás.
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dias assim...




Em que nos levantamos da cama tipo zombie. com a cara inchada de sono o dia todo. a arrastar as pernas deslocadas do corpo descubro que tenho a cara coberta de borbulhas que nem adolescente em pré- menstruação.
Qualquer tarefa parece avassaladora e demoramos uma media de 5 horas para completa-la. depois de uma média de 3 horas de mentalização.
Decidi que precisava de mimos e fui ao cabeleireiro. fechei os olhos e quase adormeci no lavatório. enquanto me penteia o cabelo sugere-me, na sua boa fé no negócio, o creme baba de caracol. diz-me na sua inocência e dando o golpe certeiro e cruel "sabe menina que para o seu problema de pele tenho a solução" e remata "para esses papos".
Estava tão carente que até deixei esticar-me o cabelo. saio de lá com um capacete volumoso que domo mal chego a casa. enquanto inspecciono os "papos".
Um saco do lixo a arrebenta no meu pé, sapato e calça. mudar de roupa e ter que suportar uns saltos altos.
ir ao banco e voltar atrás porque deixei o cheque em casa. parar no talho e não conseguir rodar a chave para ligar o carro. chegar a casa e não encontrar as chaves de casa.

vou dormir.

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Perdoem-me, mas não resisto..





Estou praqui a espremer o Ep de 5 musicas.
Não sei se é por serem gajas, se é pelo ambiente meio grunge ou se é pelo facto de me transportarem para um momento da minha vida em que me lembro do twin peaks na tv enquanto amava platonicamente o Kurt e queria ser como a Courtney.
Assim que ouvi as cabeças todas + a bjork, bauhaus, the cure... percebi porque gosto tanto do som.

Porque é que gosto tanto delas?

"If i was an lesbian i will be in love with them, all of them"


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My guy... my guy... my guy...




"'My Guy' was actually written by Smokey Robinson. It's called Billie Holiday because the beginning and end of the song spells out her name. The story goes that there was a picture of Billie Holiday on the wall when Emily was playing the guitar part and she just started to spell out Ms Holiday's name and it fit. Then Theresa was looking through a song book and found 'My Guy' and they decided to splice it in."

O guarda-sol, a t-shirt dos Joy Division, o buraquinho do casaco, as caras deslavadas, os carros a passarem, a chuva a cair, o gingar ao som da musica, o unplugged e a frase repetida.

Perfeito..

"we are like birds of a feather, we are like birds of a feather, we are like birds of a feather, we are like birds of a feather..."


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Totalmente rendida



Começo a achar que tenho uma panca com gajas de grandes vozes e à guitarra.

Um EP sabe a pouco. Quero mais.
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Macro receita






A primeira receita de 30 receitas macrobióticas que a Macro Mom se propôs a confeccionar este mês (uma por dia): Summer Style Fried Rice, by Aveline Kushi foi pela qual comecei apesar de não saber se vou seguir a mesma ordem que a Sarah.
Com esta receita já pus de lado um preconceito que tenho em relação à cozinha macrobiótica. Isto de ter vários pratos para se confeccionarem todos simultâneo, se se quer comer tudo à mesma temperatura, é demasiado stressante.
O outro que também gostaria de afastar é o de que se suja muito tacho ao cozinhar (e isso foi comprovado) mas também poderá ser o meu pouco à vontade na cozinha macro.
Por incrível que pareça o arroz com tofu soube-me a arroz com ovos mexidos e foi bem mais fácil e rápida do que inicialmente estava à espera.
Sem dúvida que tinha saudades de comer saudavel e sentir-me satisfeita.

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Revitalização













Mais gente. Mais casas. Mais oportunidades. Mais vida.
= Porto vivo


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Palácio de cristal








Temos saudades de passear pelo Porto. Este fim de semana o calor fez-nos o apelo e nós fizemos-lhe a vontade.
Apesar de os Jardins do Palácio de cristal se encontrarem practicamente na mesma (e ainda bem) o resto do Porto transforma-se a olhos vistos.
A rua onde estacionamos e onde estavam uma serie de caras espalhadas pelo passeio está totalmente diferente do que recordo. Bonita, renovada e dinamizada com novos negócios. Começo a ver benefícios em tantas obras que presenciei quando vivia mesmo no centro da cidade.
Desta vez não me esqueci das maquinas fotográficas e ainda levei a analógica.

Soube-nos a pouco e pronto.

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Loving this


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asus






ai ai ai aiiiii...
foi assim. um devasso deu cabo do meu bichinho com 4 ou 5 pancadas. assim porque que lhe apeteceu.
antes deu-me cabo do carro. sempre me deu cabo da cabeça.
olha é bom que dês uma solução a isto porque aquele ecran azul a pedir a assistência não é nada bom. e eu sinto-me assim que orfã do mundo, sozinha, sozinha... a navegar num outro assento onde não encaixo lá muito bem.
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Macrofreak




Ao jeito de "Julie & Julia" (o filme) adorei esta ideia de 1 cozinhado macrobiótico por dia da Macro Mum. São receitas da Mãe da macrobiótica - Aveline Kushi, mas não só e pelas mãos de Sarah Forrester Wendt (Macro Mom).
Por vezes faz-me tanta falta ideias e motivação, já que por estes lados um deles é carnívoro e a outra é do tipo esquisitinha e andamos sempre às pressas.


"As I look at my bookshelf I realize that I have many favorite cookbooks and admire many Chefs. For instance Wendy Esko, Christina Pirello, Jessica Porter, Jack Bishop, Warren Wepman, Lima Ohsawa and Meredith McCarty to name a few. For some reason when I travel I always end up finding room for “The Complete Guide To Macrobiotic Cooking ” by Aveline Kushi. I know that macrobiotic cooking has changed over the years, There’s a little less salt a lot more variety, but my Father was healed from cancer by using the cookbooks of amazing women and their families like Cornellia Aihara ,Lima Ohsawa, Aveline Kushi and Wendy Esko. Those are my roots . My comfort foods. So let’s begin!"
by Macro Mom



Sou assim muito deliciada pela macrobiotica e afins.
Vejo-me grega com os termos técnicos e a conversão das medidas, apesar de saber-me facilitada, por já ter algum conhecimento na área.
Mas o primeiro passo é aprender a cozinhar um belo tacho de arroz e a Macro Mum exemplifica-o muito bem no video acima!


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Mamã? ...tu és a minha Mamã?


Já dorme no seu quarto e vai ao w.c numa total independência.
Confesso que o co-sleeping foi muito bom nos primeiros tempos mas foi um inferno nos a seguir.

Agora está em casa, com uma otite, depois de uma recaída de constipação e cheia de medicamentos perante a minha impotência a tal situação (existem curas realmente eficazes e naturais para as otites?).
E sabe bem este estar em casa com ela - apesar de também estar doente e atolada em drogas farmacêuticas - mesmo que constantemente cansada.
Ela, por sua vez, dá-se conta das técnicas de manipulação parental e no lugar da habitual "mãeeee" usa sem discriminação e piedade mas com todo o ênfase a "mamã". Sem piedade mesmo.
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Polaroid


A primeira fornada já saiu, filme da Ilford monocromático de 8 tons, fico contente por ver a coisa a mexer. Agora o que eu quero mesmo são os filmes a cores, venham eles!


Foto: uma das misturas que sempre achei deliciosa - moda e polaroids

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Orgasmic Birth




Há muito que quero ver este filme.
Este sábado, para quem está pelo Porto, vai ser apresentado por aqui.
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A short film by Spike Jonze


Parece-me que estou a pôr em dia todos os filmes que não vi desde que a O. nasceu. Viva a net com downloads ilimitados, o sofá, e os filmes que realmente quero ver.

Aqui, em grande plano.
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I wanna IN




Revolutionary Road, 2008

April Wheeler: I saw a whole other future. I can't stop seeing it. I cant leave; cant stay. No damn use to anyone.


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Em tom onírico e depressivo


Confuso de ideias e cheio de contradições, ambíguo mesmo.
Faz várias referências e a mais patente, em linguagem simbólica mas nem tanto, é do antigo cristianismo que reaviva-nos a Historia da mulher no passado.
São daqueles filmes que considero como uma obra de arte em que temos de analisar tudo minuciosamente pois muitos detalhes estão escondidos à primeira vista, disfarçados.
Não me importo nada de revê-lo pois cada frame é um deleite para os olhos, e a meu ver, este filme entende-se melhor a ver do que a tentar perceber.
Este vai ser o post mais comprido do blog e só pelas imagens denota-se a evolução da historia e ou do sentimento, como quiserem e entenderem.

Antichrist de Lars Von Trier (2009)
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"Theres some sweetness about you."




De adolescente perdida a mulher respeitada. E como uma mulher respeitada é assombrada pela adolescente reprimida.
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iogurte





Lembro-me de ver a minha mãe a fazer iogurte e ficava sempre muito desconfiada, isto porque não entendia como é que uns simples frascos poderiam produzir iogurte sem electricidade, motor e ou movimento.
Ainda hoje fico um pouco intrigada com todo o processo. Por isso decidi aprender a fazer iogurte e experimentar fazê-lo em casa e eis para minha surpresa que nem foi preciso a iogurteira!
Assim, por linhas gerais e sem muitos termos científicos, o iogurte é um organismo vivo resultado de uma fermentação. A fermentação dá-se com o calor que permite às bactérias desenvolverem-se e transformarem o leite em iogurte. Nada mais simples.


O meu iogurte ficou meio liquido, pouco acido e com bastante soro. Não sei se foi do facto de ter deitado o soro do iogurte que misturei no leite e não devia (?)ou se foi do tempo que deixei a fermentar (5 horas) ou ainda o facto de ter feito com leite biológico e um iogurte natural não biológico.

Ela, para meu espanto, adorou, mesmo sem açúcar e até eu gostei que não sou grande apreciadora de iogurte.


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O making of






Porque adoro chocolate e apetecia-me fazer algo diferente, novo. Porque tu fazias anos e adoras bolos, doces e afins. E embora não seja o meu bolo preferido é sem duvida o mais fácil e rápido e com um resultado intenso e delicioso.



- 150 g de chocolate preto para culinária, em tablete (70% cacau)
- 150 g de manteiga com sal - 150 g de açúcar em pó (usei açúcar amarelo)
- 30 g de farinha
- 3 ovos


Pré-aquecer o forno a 190ºC. Forrar uma forma redonda ou quadrada - ou ainda uma tarteira - com uma folha de papel vegetal (ou untar a forma com manteiga). Reservar. Partir o chocolate em quadrados e levar a derreter juntamente com a manteiga em banho-maria, mexendo com uma colher de pau.
Retirar a mistura de chocolate e de manteiga do banho-maria. Incorporar o açúcar em pó, batendo com uma vara de arames.
Juntar os ovos um por um, batendo entre cada adição. Adicionar a farinha e misturar muito bem. Verter a massa dentro da forma e levar ao forno por 25 minutos. Retirar o bolo do forno e deixar arrefecer a temperatura ambiente antes de desenformar e fatiar.






Para os viciados em chocolate, como eu, aqui fica um ultimo requinte que adicionei à receita - o topping:

- 3 colheres de leite de arroz
- 1 colher de manteiga
- 3 colheres de cacau magro em pó

Juntar tudo numa frigideira em lume brando e não deixar de mexer até se formar uma pasta homogénea. Deitar por cima do bolo.
Servir o bolo ligeiramente morno ou frio.