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No Santiago de Alquimista dia 20 às 20, em Lisboa.
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Primeiro foi ela. Depois o pai. A seguir a Avó.
Eu fico sempre para último.
Apanhou-me desprevenida. Quando já todos estavam melhor. Quando menos hipóteses tinha de apanha-lo. Apanhei.
Resultado: um dia de trabalho que se revelou penoso, cheio de náuseas e arrepios, com um ar condicionado em cima bem geladinho. O sair do emprego e correr porque ela tinha uma consulta no médico.
"Ela está bem."
Eu é que já não me sentia me nada bem.
Chegar a casa passar o testemunho ao pai e meter-me na cama.
Hoje não consigo comer. E passo o tempo todo a imaginar que o que sinto ela também sentiu.. o dobro.
Entre a cama, o sofá e a net lá fui descansando e dando gosto ao lazer de andar por aqui a passear.
Ainda olhei de soslaio para os moldes mas sempre que faço assim um movimento mais amplo a náusea é de tal maneira desagradável que desisto logo.
Valeu pelo descanso e por poder dar-lhe muito colo.
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Blood Red shoes - Box of secrets
sexta-feira, 24 de outubro de 2008 músicaNo Santiago de Alquimista dia 20 às 20, em Lisboa.
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eu
Primeiro foi ela. Depois o pai. A seguir a Avó.
Eu fico sempre para último.
Apanhou-me desprevenida. Quando já todos estavam melhor. Quando menos hipóteses tinha de apanha-lo. Apanhei.
Resultado: um dia de trabalho que se revelou penoso, cheio de náuseas e arrepios, com um ar condicionado em cima bem geladinho. O sair do emprego e correr porque ela tinha uma consulta no médico.
"Ela está bem."
Eu é que já não me sentia me nada bem.
Chegar a casa passar o testemunho ao pai e meter-me na cama.
Hoje não consigo comer. E passo o tempo todo a imaginar que o que sinto ela também sentiu.. o dobro.
Entre a cama, o sofá e a net lá fui descansando e dando gosto ao lazer de andar por aqui a passear.
Ainda olhei de soslaio para os moldes mas sempre que faço assim um movimento mais amplo a náusea é de tal maneira desagradável que desisto logo.
Valeu pelo descanso e por poder dar-lhe muito colo.
23 meses
quarta-feira, 22 de outubro de 2008 ela
Quase, quase nos dois anos.
Tenho saudades de lhe dar colo. E ela rabuja por não ter o seu colo.
Adorou os primeiros dias de infantário mas não gosta de ficar tanto tempo sem mim.
Decidiu começar a fazer greve de fome pelas razões acima.
As birras são mais desafiantes que nunca. Finge que chora, pisca muito os olhos e franze a testa. Ou então quando fica mesmo chateada atira-se para o chão e chora.
Falar é com ela... em bebenhês! Mas já se vai percebendo um Português entranhado no meio.
Já faz por chamar a atenção com posses à princesa e repete a gracinha quando lhe achamos piada.
Adora ir ao supermercado para poder andar no carrinho das compras.
Ainda não usa o penico mas já faz o ritual de levantar ou baixar a roupa e sentar-se. No fim vem buscar papel e limpa-se.
Só falta mesmo é fazer a "forcinha"!
Tenho saudades de lhe dar colo. E ela rabuja por não ter o seu colo.
Adorou os primeiros dias de infantário mas não gosta de ficar tanto tempo sem mim.
Decidiu começar a fazer greve de fome pelas razões acima.
As birras são mais desafiantes que nunca. Finge que chora, pisca muito os olhos e franze a testa. Ou então quando fica mesmo chateada atira-se para o chão e chora.
Falar é com ela... em bebenhês! Mas já se vai percebendo um Português entranhado no meio.
Já faz por chamar a atenção com posses à princesa e repete a gracinha quando lhe achamos piada.
Adora ir ao supermercado para poder andar no carrinho das compras.
Ainda não usa o penico mas já faz o ritual de levantar ou baixar a roupa e sentar-se. No fim vem buscar papel e limpa-se.
Só falta mesmo é fazer a "forcinha"!
Chuva na folga quentinha
terça-feira, 21 de outubro de 2008 projectos, roupa de criança
Finalmente tenho um tempinho para ligar-me um pouco à net. Ver alguns dos sites que visitava com regularidade apesar de ter de ler com o scroll a 120 km/h para dar um pouco de atenção ao meu cantinho neste meio.
As novidades são muitas e os assuntos inúmeros. Tinha pano para mangas. No entanto as prioridades mudaram radicalmente e o tempo que dedicava aqui quero dedicar aos meus (inacabados, pendentes ou/e por fazer) projectos. Que não são poucos.
Consegui começar e, quase, quase, quase acabar um molde de umas calças para ela. Claro, ainda falta cortar as peças no tecido e cozer... Ou seja mais de metade do trabalho. Como tenho uma espécie de aversão a moldes o facto de tê-lo feito sem ajuda e quase de uma assentada, enquanto ela estava a dormir a sesta, para mim, é digno de ovação!
Estou mortinha para passar para tecido o projecto em papel.
As novidades são muitas e os assuntos inúmeros. Tinha pano para mangas. No entanto as prioridades mudaram radicalmente e o tempo que dedicava aqui quero dedicar aos meus (inacabados, pendentes ou/e por fazer) projectos. Que não são poucos.
Consegui começar e, quase, quase, quase acabar um molde de umas calças para ela. Claro, ainda falta cortar as peças no tecido e cozer... Ou seja mais de metade do trabalho. Como tenho uma espécie de aversão a moldes o facto de tê-lo feito sem ajuda e quase de uma assentada, enquanto ela estava a dormir a sesta, para mim, é digno de ovação!
Estou mortinha para passar para tecido o projecto em papel.
Gastrite Vírica
segunda-feira, 20 de outubro de 2008 coisas da vidaAndo a 120 à hora. Na estrada a 140 porque exige-se mais que a pontualidade.
Por esta altura já lá vão 2h30 a pé. Ela sempre ensonada lança-me pragas sempre que a deixo no infantário. De coração apertado engulo-o para bem fundo do meu estômago.
Quando chego ao outro lado já vou bem acordada. E pronta para outra maratona.
Ali estão sempre com pressa e pouca paciência.
A hora do almoço também exige rapidez pois para além de comer também quero respirar.
Saio dali a correr porque já vou atrasada e ainda tenho uma fila de transito para transpirar de nervos... e ela à minha espera.
A inauguração aproxima-se. Estou ansiosa. De folga mas presente.
Correu tudo bem e foi giro, confesso, também gostei. Mas mal saio pela porta dos fundos um bocadito mais cedo tenho uma chamada fatídica.
Corro mais uma vez, para o carro, para a casa da avó, para o hospital... e "durmo" numa cadeira ao lado dela atenta aos seus movimentos e afogada em sentimento de culpa.
Por esta altura já lá vão 2h30 a pé. Ela sempre ensonada lança-me pragas sempre que a deixo no infantário. De coração apertado engulo-o para bem fundo do meu estômago.
Quando chego ao outro lado já vou bem acordada. E pronta para outra maratona.
Ali estão sempre com pressa e pouca paciência.
A hora do almoço também exige rapidez pois para além de comer também quero respirar.
Saio dali a correr porque já vou atrasada e ainda tenho uma fila de transito para transpirar de nervos... e ela à minha espera.
A inauguração aproxima-se. Estou ansiosa. De folga mas presente.
Correu tudo bem e foi giro, confesso, também gostei. Mas mal saio pela porta dos fundos um bocadito mais cedo tenho uma chamada fatídica.
Corro mais uma vez, para o carro, para a casa da avó, para o hospital... e "durmo" numa cadeira ao lado dela atenta aos seus movimentos e afogada em sentimento de culpa.
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