
Gerou-se um conflito interior entre a mulher que ambiciona voltar ao mundo de trabalho e a mãe que quer acompanhar o crescimento da sua filha.
Esse conflito agravou-se nestes tempos em que a realidade de um part-time surgiu.
Se por um lado doi (porque não há outra palavra que transmita tão bem como esta o meu estado de alma) ter de deixá-la durante uns pares de horas, por outro lado, sinto-me estranhamente livre e motivada para outros campos que não sejam o ambiente familiar. Mesmo que a área não seja realmente aquela para a qual estou vocacionada.
Para minimizar o sentimento de culpa decidi procurar um part-time. E um qualquer desde de que bem pago "para valer a pena" todo o tempo que passo sem ela.
Espero sentir-me mais activa e mais integrada no campo de trabalho e que isso seja um incentivo a produzir mais peças minhas, tirar um curso para complementar o meu ou quem sabe encontrar o emprego de sonho num ambiente familiar e com a O. do meu lado (quem sabe, o meu próprio negócio?).